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Atlas: Belo Horizonte, Brasil

Como alugar bicicletas em Belo Horizonte

Belo Horizonte passa longe de ser uma cidade amigável para o ciclista, mas a verdade é que algumas ciclovias começaram a surgir nos últimos anos. Elas se concentram em duas regiões: a área central da cidade e a Orla da Lagoa da Pampulha. Se no centro as ciclovias podem ter grande utilidade no dia a dia, na orla a atividade é mais recreativa – a região lota de ciclistas aos fins de semana e feriados.

Junto com as faixas exclusivas para quem curte pedalar, BH ganhou no ano passado estações de bicicleta. São 40 delas, totalizando quase 500 bikes. Patrocinadas pelo Banco Itaú, já se tornou comum avistá-las pelas ruas da cidade. Para quem é de BH, o sistema é uma possibilidade interessante – tanto é que já existem quase 40 mil pessoas cadastradas e já foram feitas 56 mil viagens, segundo o site oficial.

Por outro lado, turistas ganharam mais uma opção de passeio. Quem fica hospedado no centro pode usar as bikes para percorrer a região, visitando áreas como a Praça da Liberdade, o Parque Municipal e a Avenida Afonso Pena. Como centro de BH fica bem mais vazio e com trânsito intenso também durante os fins de semana, essa é uma alternativa de passeio segura, mesmo para quem não está costumado a pedalar. Na Orla, além de aproveitar o visual, as bikes possibilitam que o turista alcance mais facilmente pontos como o Mineirão, a Igreja da Pampulha, a Casa do Baile e o Zoológico, entre outros.

Veja também: O que fazer em Belo Horizonte

Alugar bicicleta em Belo Horizonte

Como funciona o aluguel de bikes em Belo Horizonte?

Como tudo do mundo atual, para retirar a bicicleta você precisa de um aplicativo de celular, o Bike BH. Baixe gratuitamente e preencha seu cadastro. Será preciso fornecer o número de um cartão de crédito e escolher qual produto você quer adquirir. Pode ser um passe simples, de apenas um dia, com o custo de R$ 3. Outra alternativa é comprar o passe mensal, que custa R$ 9.

Vencida a parte burocrática, basta você se dirigir até a estação mais próxima do Bike BH – no próprio app você consegue ver qual seria. Também usando o aplicativo, escolha qual bicicleta você quer. Elas são identificadas por número. Ao solicitar o empréstimo, a bicicleta será liberada. De segunda a sábado você terá 1h para usá-la. O tempo aumenta para 1h30 aos domingos e feriados. Para devolver a bike, basta procurar pela estação mais próxima.

Passou do tempo? Será cobrada uma multa de R$ 3 pelos primeiros 30 minutos excedentes. Depois a multa sobe para R$ 5 para cada meia hora a mais. Vale dizer também que é possível usar a bike várias vezes por dia. Para isso, basta devolvê-la antes do tempo permitido estourar. Aguarde 15 minutos e pegue outra bicicleta.

Quem não tem smartphone ou está com problemas para se conectar à internet pode entrar em contato pelo telefone 4003-9847 e solicitar o aluguel do equipamento.

Veja também: Por que tanta gente odeia as ciclovias?

Biciletas na Orla da Lagoa

Você pode precisar de pacência

Durante os dias de semana é até mais tranquilo, mas nos fins de semana o usuário precisa ter muita paciência. Além da procura maior, principalmente pelas bicicletas da Orla da Pampulha, o sistema é cheio de falhas. É muito comum que estações saiam do ar, impedindo a retirada das bicicletas. Também não é incomum encontrar bikes com defeitos ou que fiquem agarradas à estação.

Isso aconteceu comigo todas as vezes que tentei retirar uma bicicleta durante os fins de semana. O jeito era esperar, algumas vezes por mais de 1 hora. Pior que isso, no entanto, é o fato do sistema exigir o pagamento adiantado. Com isso, caso você não consiga retirar a bicicleta por causa de um erro do sistema, terá que pedir o reembolso, o que não é fácil. Também já ocorreu do sistema não perceber a devolução das bicicletas, cobrando valores altíssimos em multas indevidas.

Além disso tudo, ainda são poucas estações e bikes, principalmente levando em consideração a demanda. A falta de ciclovias para além do centro e da Pampulha é outro problema, esse ainda mais grave, já que impede que as bicicletas sejam usadas como forma de transporte mesmo, não apenas para o lazer.

Não digo que não vale a pena – já é um começo, pedalar era bem mais complicado antes do Bike BH. Mas podemos torcer para que a Prefeitura de Belo Horizonte e as empresas por trás do projeto melhoram um pouquinho o sistema, facilitando a vida do usuário.

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Rafael

Quando criança, eu queria ser jornalista. Alcancei o objetivo, mas uma viagem de volta ao mundo me transformou em blogueiro. Já morei na Índia, na Argentina e em São Paulo. Em 2014 voltei para Belo Horizonte, onde estou perto da minha família, do meu cachorro e dos jogos do América. E a uma passagem de avião de qualquer aventura. Siga minhas viagens também no instagram, no perfil @rafael7camara no Instagram

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