Manifesto: Queremos refletir sobre o turismo

Nós queremos que você viaje mais. Desde que o 360meridianos surgiu, em outubro de 2011, um de nossos objetivos centrais tem sido mostrar que viajar é possível. Mostrar que não é preciso gastar montanhas de dinheiro para conhecer outras terras. E que não há idade ideal para viajar: você pode cair na estrada aos 20 e poucos ou aos 80 e muitos, não importa. Nunca é tarde para começar.

Incentivamos nossos leitores, todos os dias, na direção das aventuras, seja fazer a transiberiana ou conhecer um lugar diferente dentro da própria cidade. Tentamos mostrar que há algo belo, com potencial de causar crescimento pessoal, em cada esquina do mundo, sejam as tradicionais, como Estados Unidos ou Europa, sejam aquelas que poucos pensam em conhecer, como um país pobre da África ou da Ásia.

Acreditamos na força transformadora do turismo, tanto para o viajante quanto para o mundo. No segundo caso, é fácil entender isso. Basta citar alguns dados: o turismo emprega uma em cada 12 pessoas, representa 9,5% da economia mundial e é a maior fonte de transferência de dinheiro entre ricos e pobres do planeta. Mas para além da evidência fria dos números, o que importa é o impacto cultural que viagens são capazes de causar. Impacto que reduz fronteiras, aproxima pessoas, abre cabeças e amplia a forma de pensar. E mostra que cada um dos sete bilhões que habitam o planeta é um ser único, diferente. E que, mesmo assim, temos mais semelhanças do que seria possível imaginar.

Nós amamos viajar. E, como dito no começo do texto, queremos que cada vez mais pessoas possam encarar as possibilidades oferecidas pelas estrada. Mas viajar não é a única meta do 360meridianos. Queremos fazer parte da tal “força transformadora” das viagens – se possível ampliando ainda mais os seus impactos positivos. Queremos dar nossa contribuição para que o turismo ajude o mundo a ser um lugar melhor, com menos preconceitos, mais tolerância e respeito às diferenças culturais.

Para isso, é importante definir – e deixar claro para vocês, queridos leitores – os valores do 360. Além de tudo que já foi dito acima, existem outros pontos que gostaríamos de destacar:

Acreditamos no turismo ético

O viajante muda o mundo. O problema é que essa mudança nem sempre é positiva. Por isso, incentivamos a reflexão por parte de cada turista, que deve definir quais passeios vai fazer, sempre pensando no impacto que ele causa na sociedade que visita, de forma a aumentar os pontos positivos e diminuir os negativos. Como já explicamos em outro texto, nem todo turismo vale a pena.

Incentivamos o planejamento e a informação

E não apenas porque qualquer viagem demanda isso. Mas por entendermos que é a falta de informação sobre determinados passeios e programas turísticos que ajuda a perpetuar práticas nocivas e criminosas. Foi por falta de conhecimento que visitamos, em 2012, a tribo das mulheres-girafa. Foi por falta de informação que fizemos, também na Tailândia, passeios que ajudam a colocar o elefante asiático em risco de extinção. Aprendemos com os nossos erros – sempre pesquisamos o que está por trás de um passeio ou programa turístico antes de fazê-lo. Incentivamos nossos leitores nesse mesmo caminho.

Acreditamos no turismo de experiências

Acreditamos que a força transformadora da viagem está nas experiências. Em sair da sua zona de conforto, mergulhar na cultura local, conhecer pessoas, provar comidas, aprender pontos de vista diferentes. Enfim, em experimentar o destino. E qualquer viagem oferece oportunidades assim. Basta procurar e estar aberto para o novo.

Acreditamos que o turismo pode ser sustentável

E olha que em algumas partes do mundo a realidade passa longe disso. Muitas vezes o turismo expulsa a comunidade local, fere o meio ambiente, desrespeita costumes e práticas milenares e termina por destruir as características que fizeram do local um destino turístico. Justamente para que cada destino continue ali, pronto para ser visitado, incentivamos o turismo sustentável. Para detalhes, veja nosso guia para o viajante consciente e saiba também como o turismo pode mudar o mundo.

Queremos deixar mais dinheiro com a comunidade local

Apesar de ser a maior forma de transferência de dinheiro entre ricos e pobres do planeta, há muito potencial para melhora. No Caribe, por exemplo, 80% do dinheiro gasto com o turismo logo vai para outros países. Na Tailândia esse percentual é de 70%, enquanto na Índia é de 40%. E há dados mais pessimistas: Segundo algumas estimativas, apenas 5% do dinheiro gasto com o turismo permanece na economia de países em desenvolvimento (fonte).

Por isso, preferimos fazer escolhas que ampliem a quantidade de dinheiro deixada na comunidade visitada. Preferimos ficar em hotéis, hostels e pousadas locais, que sejam de moradores daquela comunidade, não em grandes redes internacionais de hotelaria. Preferimos comer num pequeno e bom restaurante, não numa cadeia internacional. Isso não significa que nunca ficamos em hotéis de rede ou que nunca comemos num McDonald’s da vida, veja bem. A questão é priorizar a comunidade local. Sempre que possível fazemos isso – e incentivamos nossos leitores nessa direção.

Aprendemos a tomar cuidado com atrações que envolvam animais

Como dito acima, aprendemos isso da pior forma possível, ao ajudarmos, sem saber, a financiar práticas nocivas, nos famosos passeios com elefantes na Tailândia. Desde então, ficamos ligados nessa questão. E pensamos duas vezes antes de entrar em qualquer atração turística que envolva animais. Isso não significa que somos contrários a todo parque, zoológico ou área de proteção. Muitos desses locais ajudam na preservação de espécies e cuidam de animais resgatados do tráfico internacional que não podem ou ainda não estão prontos para serem reinseridos na natureza. A questão é saber exatamente quais são os lugares que fazem isso (e quais são os que estimulam práticas criminosas ou antiéticas).

Incentivamos um mundo menos consumista

O turismo de compras não é algo errado, mas não é o tipo de viagem que gostamos de fazer. Nesse sentido, nosso lema é: viaje mais, gaste menos em compras. E as duas coisas têm ligação entre si – quanto mais você gasta com compras, menos sobra para viajar. Incentivamos o consumo consciente e responsável por acreditarmos que o simples acúmulo de coisas não é o caminho para a felicidade.

Como diz Rolf Potts, no livro Vagabonding, a noção de que investimento material é de alguma forma mais importante que investimento pessoal está intrincada na sociedade de consumo. E é isso que nos leva a acreditar que nós nunca poderíamos pagar por uma viagem mais longa.

Desestimulamos crenças de que é preciso ter cada vez mais para preencher nossas vidas, tanto por que escolhemos o caminho da troca e das experiências para o nosso desenvolvimento pessoal quanto porque acreditamos que seja a hora de uma mudança de paradigma na nossa sociedade de consumo. O planeta agradece.

Queremos ser criativos na escolha de destinos

Nós adoramos Nova York, Paris e Londres. Gostamos sim dos pontos turísticos tradicionais e não perdermos a oportunidade de visitá-los. Mas entendemos que o mundo é enorme, cheio de destinos interessantes. E queremos conhecer lugares em todo o planeta, sem preconceitos.

Embora existam partes do planeta que exigem cautela do viajante, no geral o mundo é um lugar seguro e as pessoas são amistosas, prontas para ajudar. Nesse sentido, a frase do escritor Mia Couto é outro dos lemas do 360: “Há, neste mundo, mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas”.

Queremos ser transparentes e incentivar o debate saudável

Por último, mas não menos importante, está a transparência que o 360 sempre tenta ter com seus leitores. Os três autores deste blog são jornalistas. E poderiam estar trabalhando em veículos de comunicação tradicional. Acredite, seria muito mais fácil ganhar dinheiro num emprego de carteira assinada do que quebrando a cabeça para empreender e criar um veículo de comunicação independente. Há vários fatores para a nossa escolha. Um deles está na crença de que é possível produzir conteúdo sobre viagens de forma ética, responsável e transparente.

Como qualquer projeto profissional, o 360 precisa ser monetizado, mas jamais colocamos dinheiro na frente dos interesses dos leitores. Aqui, publicidade é sempre clara e indicada, estratégias de monetização são explicadas, passo a passo, e qualquer viagem feita por convite é indicada como tal. Convidamos você a ler nossa política comercial e a entender como é possível ganhar dinheiro com um blog de viagem.

Como deve ter ficado claro ao longo deste manifesto, o 360 não tem como objetivo apenas falar de lugares interessantes e dar dicas de viagem. Queremos mais: fazemos questão de refletir sobre o turismo.

E desejamos ter a sua participação nesse processo, deixando comentários e opiniões nos posts do blog. Nosso alvo, você já sabe, é responder 100% dos comentários deixados aqui. E temos como objetivo manter o debate em alto nível, evitando comentários preconceituosos, xenofóbicos, mal-educados e com qualquer discurso de ódio. Para saber sobre isso, leia nossa política de comentários.

É claro que não estamos imunes a erros. Mas nosso objetivo, a cada texto, foto e vídeo que publicamos, é seguir o ideal expresso neste manifesto. Contamos com sua ajuda para sempre seguir em frente, afinal muitas vezes remamos contra a corrente.


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Manifesto: Queremos refletir sobre o turismo

Nós queremos que você viaje mais. Desde que o 360meridianos surgiu, em outubro de 2011, um de nossos objetivos centrais tem sido mostrar que viajar é possível. Mostrar que não é preciso gastar montanhas de dinheiro para conhecer outras terras. E que não há idade ideal para viajar: você pode cair na estrada aos 20 e poucos ou aos 80 e muitos, não importa. Nunca é tarde para começar.

Incentivamos nossos leitores, todos os dias, na direção das aventuras, seja fazer a transiberiana ou conhecer um lugar diferente dentro da própria cidade. Tentamos mostrar que há algo belo, com potencial de causar crescimento pessoal, em cada esquina do mundo, sejam as tradicionais, como Estados Unidos ou Europa, sejam aquelas que poucos pensam em conhecer, como um país pobre da África ou da Ásia.

Acreditamos na força transformadora do turismo, tanto para o viajante quanto para o mundo. No segundo caso, é fácil entender isso. Basta citar alguns dados: o turismo emprega uma em cada 12 pessoas, representa 9,5% da economia mundial e é a maior fonte de transferência de dinheiro entre ricos e pobres do planeta. Mas para além da evidência fria dos números, o que importa é o impacto cultural que viagens são capazes de causar. Impacto que reduz fronteiras, aproxima pessoas, abre cabeças e amplia a forma de pensar. E mostra que cada um dos sete bilhões que habitam o planeta é um ser único, diferente. E que, mesmo assim, temos mais semelhanças do que seria possível imaginar.

Nós amamos viajar. E, como dito no começo do texto, queremos que cada vez mais pessoas possam encarar as possibilidades oferecidas pelas estrada. Mas viajar não é a única meta do 360meridianos. Queremos fazer parte da tal “força transformadora” das viagens – se possível ampliando ainda mais os seus impactos positivos. Queremos dar nossa contribuição para que o turismo ajude o mundo a ser um lugar melhor, com menos preconceitos, mais tolerância e respeito às diferenças culturais.

Para isso, é importante definir – e deixar claro para vocês, queridos leitores – os valores do 360. Além de tudo que já foi dito acima, existem outros pontos que gostaríamos de destacar:

Acreditamos no turismo ético

O viajante muda o mundo. O problema é que essa mudança nem sempre é positiva. Por isso, incentivamos a reflexão por parte de cada turista, que deve definir quais passeios vai fazer, sempre pensando no impacto que ele causa na sociedade que visita, de forma a aumentar os pontos positivos e diminuir os negativos. Como já explicamos em outro texto, nem todo turismo vale a pena.

Incentivamos o planejamento e a informação

E não apenas porque qualquer viagem demanda isso. Mas por entendermos que é a falta de informação sobre determinados passeios e programas turísticos que ajuda a perpetuar práticas nocivas e criminosas. Foi por falta de conhecimento que visitamos, em 2012, a tribo das mulheres-girafa. Foi por falta de informação que fizemos, também na Tailândia, passeios que ajudam a colocar o elefante asiático em risco de extinção. Aprendemos com os nossos erros – sempre pesquisamos o que está por trás de um passeio ou programa turístico antes de fazê-lo. Incentivamos nossos leitores nesse mesmo caminho.

Acreditamos no turismo de experiências

Acreditamos que a força transformadora da viagem está nas experiências. Em sair da sua zona de conforto, mergulhar na cultura local, conhecer pessoas, provar comidas, aprender pontos de vista diferentes. Enfim, em experimentar o destino. E qualquer viagem oferece oportunidades assim. Basta procurar e estar aberto para o novo.

Acreditamos que o turismo pode ser sustentável

E olha que em algumas partes do mundo a realidade passa longe disso. Muitas vezes o turismo expulsa a comunidade local, fere o meio ambiente, desrespeita costumes e práticas milenares e termina por destruir as características que fizeram do local um destino turístico. Justamente para que cada destino continue ali, pronto para ser visitado, incentivamos o turismo sustentável. Para detalhes, veja nosso guia para o viajante consciente e saiba também como o turismo pode mudar o mundo.

Queremos deixar mais dinheiro com a comunidade local

Apesar de ser a maior forma de transferência de dinheiro entre ricos e pobres do planeta, há muito potencial para melhora. No Caribe, por exemplo, 80% do dinheiro gasto com o turismo logo vai para outros países. Na Tailândia esse percentual é de 70%, enquanto na Índia é de 40%. E há dados mais pessimistas: Segundo algumas estimativas, apenas 5% do dinheiro gasto com o turismo permanece na economia de países em desenvolvimento (fonte).

Por isso, preferimos fazer escolhas que ampliem a quantidade de dinheiro deixada na comunidade visitada. Preferimos ficar em hotéis, hostels e pousadas locais, que sejam de moradores daquela comunidade, não em grandes redes internacionais de hotelaria. Preferimos comer num pequeno e bom restaurante, não numa cadeia internacional. Isso não significa que nunca ficamos em hotéis de rede ou que nunca comemos num McDonald’s da vida, veja bem. A questão é priorizar a comunidade local. Sempre que possível fazemos isso – e incentivamos nossos leitores nessa direção.

Aprendemos a tomar cuidado com atrações que envolvam animais

Como dito acima, aprendemos isso da pior forma possível, ao ajudarmos, sem saber, a financiar práticas nocivas, nos famosos passeios com elefantes na Tailândia. Desde então, ficamos ligados nessa questão. E pensamos duas vezes antes de entrar em qualquer atração turística que envolva animais. Isso não significa que somos contrários a todo parque, zoológico ou área de proteção. Muitos desses locais ajudam na preservação de espécies e cuidam de animais resgatados do tráfico internacional que não podem ou ainda não estão prontos para serem reinseridos na natureza. A questão é saber exatamente quais são os lugares que fazem isso (e quais são os que estimulam práticas criminosas ou antiéticas).

Incentivamos um mundo menos consumista

O turismo de compras não é algo errado, mas não é o tipo de viagem que gostamos de fazer. Nesse sentido, nosso lema é: viaje mais, gaste menos em compras. E as duas coisas têm ligação entre si – quanto mais você gasta com compras, menos sobra para viajar. Incentivamos o consumo consciente e responsável por acreditarmos que o simples acúmulo de coisas não é o caminho para a felicidade.

Como diz Rolf Potts, no livro Vagabonding, a noção de que investimento material é de alguma forma mais importante que investimento pessoal está intrincada na sociedade de consumo. E é isso que nos leva a acreditar que nós nunca poderíamos pagar por uma viagem mais longa.

Desestimulamos crenças de que é preciso ter cada vez mais para preencher nossas vidas, tanto por que escolhemos o caminho da troca e das experiências para o nosso desenvolvimento pessoal quanto porque acreditamos que seja a hora de uma mudança de paradigma na nossa sociedade de consumo. O planeta agradece.

Queremos ser criativos na escolha de destinos

Nós adoramos Nova York, Paris e Londres. Gostamos sim dos pontos turísticos tradicionais e não perdermos a oportunidade de visitá-los. Mas entendemos que o mundo é enorme, cheio de destinos interessantes. E queremos conhecer lugares em todo o planeta, sem preconceitos.

Embora existam partes do planeta que exigem cautela do viajante, no geral o mundo é um lugar seguro e as pessoas são amistosas, prontas para ajudar. Nesse sentido, a frase do escritor Mia Couto é outro dos lemas do 360: “Há, neste mundo, mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas”.

Queremos ser transparentes e incentivar o debate saudável

Por último, mas não menos importante, está a transparência que o 360 sempre tenta ter com seus leitores. Os três autores deste blog são jornalistas. E poderiam estar trabalhando em veículos de comunicação tradicional. Acredite, seria muito mais fácil ganhar dinheiro num emprego de carteira assinada do que quebrando a cabeça para empreender e criar um veículo de comunicação independente. Há vários fatores para a nossa escolha. Um deles está na crença de que é possível produzir conteúdo sobre viagens de forma ética, responsável e transparente.

Como qualquer projeto profissional, o 360 precisa ser monetizado, mas jamais colocamos dinheiro na frente dos interesses dos leitores. Aqui, publicidade é sempre clara e indicada, estratégias de monetização são explicadas, passo a passo, e qualquer viagem feita por convite é indicada como tal. Convidamos você a ler nossa política comercial e a entender como é possível ganhar dinheiro com um blog de viagem.

Como deve ter ficado claro ao longo deste manifesto, o 360 não tem como objetivo apenas falar de lugares interessantes e dar dicas de viagem. Queremos mais: fazemos questão de refletir sobre o turismo.

E desejamos ter a sua participação nesse processo, deixando comentários e opiniões nos posts do blog. Nosso alvo, você já sabe, é responder 100% dos comentários deixados aqui. E temos como objetivo manter o debate em alto nível, evitando comentários preconceituosos, xenofóbicos, mal-educados e com qualquer discurso de ódio. Para saber sobre isso, leia nossa política de comentários.

É claro que não estamos imunes a erros. Mas nosso objetivo, a cada texto, foto e vídeo que publicamos, é seguir o ideal expresso neste manifesto. Contamos com sua ajuda para sempre seguir em frente, afinal muitas vezes remamos contra a corrente.


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Blog de três jornalistas perdidos na vida que resolveram colocar uma mochila nas costas e se perder no mundo.

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