Dicas de SEO básico para blogs de viagem

Essa maravilhosa Índia e seu trânsito maluco. Foi esse o título que coloquei num de meus primeiros textos deste blog, escrito assim que desembarquei na terra do Gandhi, em 2011. Confesso que me orgulhei da escolha, parcialmente inspirada num clássico do cinema, o filme britânico Esses Homens Maravilhosos e suas Máquinas Voadoras, de 1965. Tudo muito bom não fosse um detalhe, algo que eu só fui aprender meses mais tarde: aquele título estava uma merda.

Não era um título ruinzinho não. Era horrível mesmo, um padrão que adotamos em praticamente todos os textos iniciais do blog, que ganhavam títulos criativos e engraçadinhos, porém sem a menor preocupação com o mantra básico da internet: Search Engine Optimization, ou o SEO, muito prazer. Veja bem: é desse ponto de vista, do SEO, que os títulos divertidos que escolhíamos no começo do 360 eram completamente, vamos amenizar, equivocados.

Veja também: Como transformar um blog numa empresa

Como atrair leitores para um blog de viagem

Como ganhar dinheiro com um blog de viagem

fotografia digital

O que é SEO?

Para quem não sabe, SEO é um conjunto de técnicas de escrita, edição e postagem que facilitam que um texto seja encontrado pelos mecanismos de busca (Google, tô falando de você). E não há vida na internet sem o buscador. Sim, o Facebook é importante, o Instagram tem o seu valor e o Twitter vai continuar para sempre meu queridinho – por mais que eu mesmo tenha abandonado a rede do pássaro azul há tempos – mas não há nada que se compare ao Google na capacidade de levar leitores para um site.

E o problema, você já deve ter imaginado, é que ninguém que deseje saber mais sobre o trânsito na Índia digitaria no Google a expressão “Essa maravilhosa Índia e seu trânsito maluco”. Não. A pesquisa, em geral, será com coisas como “trânsito na Índia” ou, quando o pesquisador é detalhista, “Como é o trânsito na Índia”. Portanto, tá aí a primeira lição que aprendemos sobre a produção de conteúdo online, algo que estamos fazendo com, me atrevo a dizer, relativo sucesso há cinco anos: muitas vezes o título é a primeira coisa a ser sacrificada.

É por isso que há, nos blogs de viagem e de outros nichos, tantos títulos iguais e poucos criativos. Proliferam os “O que fazer em Nova York”, “Onde comer em Berlim” e “Onde se hospedar em Pindamonhangaba”. Perdoe os blogueiros por essa aparente falta de criatividade, caro leitor, mas há verdade é que é preciso fazer sacrifícios para que um texto como os citados acima, que são feitos para tirar dúvidas específicas de quem já tem um destino definido pela frente, atinjam seu alvo.

Mas o SEO não para aí, óbvio. Listo abaixo outras coisas simples que devem ser preocupação de qualquer blogueiro iniciante. Coisas que ignorávamos no começo do 360 e que nos forçaram a voltar em textos passados para um grande exercício de correção de SEO.

seo básico blogs de viagem

Keyword

Outro conceito importantíssimo é o de keyword, que é basicamente o que eu escrevi no parágrafo acima: uma palavra(s)-chave usada para buscar determinada coisa no Google. Paris, por exemplo, é uma keyword usada para pesquisar pela capital da França (ou pela Paris Hilton, o que mostra o pouco direcionamento de keyword curtas). Já “Onde comer em Paris” é uma keyword mais complexa, chamada de long tail, ou “cauda longa”, que permite o afunilamento das buscas – quem fizer esta pequisa está interessado num assunto específico e tem mais chances de ler os artigos que encontrar e até de consumir os produtos que lhe forem oferecidos – um ebook com dicas de viagem para Paris, por exemplo.

Definido o conceito de keyword, é importante saber o que fazer com ela. Por exemplo, é consenso que a palavra-chave deve aparecer no título, na url, na meta descrição, no primeiro parágrafo e se possível até em algum subtítulo. Mas cuidado para não exagerar: lembre-se que você escreve para pessoas, não para robôs. Fora que o próprio Google já encontrou formas de punir sites que fazem uso excessivo de técnicas de SEO, produzindo textos estranhos e pouco atrativos para leitores. O uso demasiado de palavras-chave pode fazer com que uma página perca posições no Google.

Torço pelo dia em que o Google fará uma mudança ainda mais drástica nesse sistema, sendo capaz de colocar em primeiro lugar nas buscas os textos originais e bem escritos para humanos – sim, eu torço pela volta da liberdade criativa máxima. Mas, enquanto isso não acontece, o importante é ser encontrado nos buscadores, mas sem sacrificar nossa essência, certo?

É possível pesquisar boas keywors em vários sites e até há mecanismos pagos para isso. Ferramentas gratuitas e oferecidas pelo próprio Google são o Adwords e o Trends.

URL

URL é a sigla para Uniform Resource Locator. Em bom português, é basicamente um endereço eletrônico que nos leva para determinada página. É importante que a URL diga algo sobre um texto. URLs formadas por números aleatórios, por exemplo, são ruins. Em geral, boas URLs contam com o título do artigo (incluindo a keyword), evitam muitas palavras de parada e não são muito grandes.

Tem URLs que precisam ser alteradas? Tudo bem, mas não se esqueça de fazer o redirecionamento, caso contrário o efeito pode ser o inverso – erros de URL não são bem vistos pelo Google.

Estrutura do texto

É importante que a Keyword apareça no primeiro parágrafo e também ao longo do texto, mas não apenas isso. Também é fundamental que o texto flua de uma forma natural. Subtítulos (H1, H2, H3, no wordpress), por exemplo, podem conter outras explicações e até a keyword. E, não custa lembrar, cuidado para não exagerar na mão e deixar o texto muito robótico. Acontece com frequência por aí

Imagens

Dois erros muito comuns – e que cometemos no princípio de nossa caminhada – envolvem a não edição das fotos. Não estou falando de Photoshop, veja bem, mas de subir a foto da forma como ela vem da câmera. Isso produz dois problemas do ponto de vista de SEO: a foto entra no blog com o nome do arquivo padrão da câmera (IMG027, por exemplo). Além disso, a imagem pode ter um tamanho muito superior ao necessário para o blog, deixando o carregamento lento, o que também atrapalha a longo prazo, além de ocupar mais espaço do que necessário no servidor. Portanto, sempre diminua a foto para um padrão do site.

Não se esqueça de preencher também as alt tags – um texto dentro da imagem que o Google usa para ler o arquivo e saber o que é. Basta, já no WordPress, clicar na imagem e preencher o campo com algo que explique do que se trata (exemplo: se for uma foto da Torre Eiffel, em Paris, escreva isso).

Vista de Fernando de Noronha

Meta descrição

É uma espécie de resumo de uma página, um texto usado pelo Google para explicar, nos resultados de busca, o que a pessoa encontrará ali caso entre no link. Além disso, o próprio Facebook usa a meta descrição para fazer a mesma coisa, com as linhas finas abaixo de um título e que explicam um link. Quando uma meta descrição não está preenchida, o Google (e o Facebook) puxam as primeiras frases do texto para exercer essa função. Uma descrição bem feita aumenta também a taxa de cliques no link. Saiba mais sobre isso aqui.

Link Building

Para saber se um site ou página merece credibilidade, uma das coisas que o Google analisa envolve os links que apontam para aquele endereço. É por isso que é importante linkar seus próprios posts entre si, de forma natural e equilibrada. É também fundamental conseguir que outros sites e páginas linkem para você. Por conta disso, há até um mercado negro de links na internet, em que empresas compram links artificiais e disfarçam a demanda de publicidade.

Se o Google descobre, o site pode ser punido – e até desaparecer do mecanismo de busca. Empresa que está interessada no link, não na publicidade, quase sempre paga muito pouco e não está disposta a usar o atributo no follow, que é a orientação do Google para esses casos, usado para mostrar aos buscadores que aquele link não deve influenciar no ranqueamento. Não sabe o que é isso? Leia aqui.

Existem várias formas para fazer com que seu site seja indicado por outros, com relevância já consolidada. Oferecer guest posts e comentar com frequência em outros sites são duas estratégias válidas, mas estamos convencidos que o mais importante é escrever, em seu próprio site, um conteúdo de muita qualidade e que não possa ser ignorado pelos outros. Os links e indicações chegam naturalmente, inclusive de sites e grandes portais. Mas leva tempo, claro.

Como avaliar o trabalho de SEO: Analytics e Yoast

O Google Analytics é a ferramenta do próprio buscador que permite que você veja estatísticas detalhadas da visitação do seu site – quantos visitantes por dia, onde eles estão, o que buscam, as páginas mais visitadas, a idade e o navegador usado – tudo está lá. Nesse link aqui você aprende mais sobre como instalar e usar o Analytics.

Também usamos o WordPress SEO Yoast, um plugin que analisa como está o SEO de um texto e sugere mudanças. Leia sobre esse assunto aqui.

Repita comigo: você não escreve para robôs

É fundamental conhecer essas regras básicas para ter coragem de fazer outra coisa ainda mais importante: quebrá-las. Vez por outra você vai achar aqui no 360 textos que ignoram muitas dessas regras. Os títulos voltaram a ser criativos, muitas vezes nos esquecemos da keyword e entendemos que, no final das contas, escrevemos para seres humanos, não para os robôs do Google.

A questão central é entender que há vários tipos de leitores dentro de um blog. Nós temos os leitores que vêm do Google e que querem respostas para uma pergunta específica e urgente. Esses leitores, que são a maioria, entram aqui, leem um texto, e logo seguem seu caminho para outro site. Mas temos também os leitores que chegam via Facebook – e esses não gostam de títulos quadradrões como os do Google. O bom é que o Facebook permite que páginas alterem os títulos originais de um link antes de postá-lo, tornando possível que um texto pensado para o Google fique mais interessante para quem está na rede social.

Narrativas de viagem para blogueiros

Por fim, há nosso leitor favorito, aquele que digita 360meridianos.com no buscador e entra aqui, todos os dias, procurando novidades, de textos legais para ler e de informações interessantes. É para ele que escrevemos nossos melhores textos. É por isso que o 360 nunca será um blog focado e voltado somente para o Google e para o SEO. Não temos nada contra sites assim, mas nosso objetivo não é apenas criar um local de passagem. Queremos criar comunidades, incentivar o diálogo, a leitura e a reflexão sobre o turismo.

Foi fundamental entender a diferença entre esses três perfis de público para sermos capazes de ignorar algumas regras de SEO, sobretudo em textos não tão focados para um leitor que vem do Google. Por exemplo, este artigo não tem a keyword no primeiro parágrafo. O Yoast está gritando que isso é um erro, mas será ignorado e o texto continuará assim. Uma analogia possível é com o fotômetro da câmera. É fundamental saber usá-lo, mas um bom fotógrafo sabe que é preciso ignorar as marcações uma vez ou outra. Ainda, conforme já explicamos em outros textos, até nossa tabela de postagens é pensada de forma a atender esses diferentes públicos, com um balanceamento com textos focados em SEO, textos para o leitor do dia a dia e textos pensados para viralização no Facebook.

Não tem nada mais triste que um texto bom, mas sacrificado por um primeiro parágrafo cheio de keywords e feito para prender a atenção do Google, não do leitor. Blogar é contar histórias, blogar sobre viagens é contar histórias de viagem. Nada mais que isso. E só robôs se interessam por uma história que começa com uma frase padrão, repetida de forma exaustiva e desconexa ao longo do texto. Com sorte, um dia nem os robôs do Google se prenderão a textos assim.

*Fotos: 360meridianos e Shutterstock


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Rafael

Quando criança, eu queria ser jornalista. Alcancei o objetivo, mas uma viagem de volta ao mundo me transformou em blogueiro. Já morei na Índia, na Argentina e em São Paulo. Em 2014 voltei para Belo Horizonte, onde estou perto da minha família, do meu cachorro e dos jogos do América. E a uma passagem de avião de qualquer aventura. Siga minhas viagens também no instagram, no perfil @rafael7camara no Instagram

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66 comentários sobre o texto “Dicas de SEO básico para blogs de viagem

  1. Olá equipa do 360meridianos,
    Antes de mais muitos parabéns pelo vosso trabalho!!! O vosso site está bem guardado nos meus “favoritos”. Cheguei até ele por acaso, fruto das inúmeras pesquisas por essa internet fora e tenho lido com muita atenção os vossos artigos. Estão muito bem escritos e a informação passa sem ruído (a vossa “veia” jornalística em ação). Tenho um projeto (blog de viagens, fotografia e livros de viagem) há cerca de 3 anos e que atualmente está em standby. Cometi todos os erros de principiante que vocês enumeram. O título foi escolhido espontanemante por ser algo que me dizia muito mas tarde de mais reparei que quando se insere o título do blog na pesquisa do Google aparecem empresas e restaurantes com o mesmo nome o que, na realidade, suscita a curiosidade das pessoas, as leva a visitar o meu blog mas sem um feedback. Os títulos dos artigos podem primar pela originalidade mas são zero nas buscas e, mais coisas por aí fora. Apesar de, por enquanto, o blog ser o local onde posso partilhar as minhas paixões (viajar, fotografar, ler e escrever) e não ter pretensões de ganhar dinheiro com ele, sinto que cheguei a um impasse e das duas uma… ou fico por aqui ou subo de nível. E subir de nível significa para mim trabalhar mais os textos, mudar do blogger para outra plataforma mais atrativa, talvez o wordpress e, mudar o nome, o que me está a preocupar, porque estou há meses a pensar e ainda não me ocorreu “o tal”… mas enfim, tenho fé que um dia tenha uma epifania e encontre o título perfeito. Por isso, esta pausa… Desculpem o texto tão longo mas inspirada pelos vossos artigos e pela vossa experiência quis partilhar uma situação que, talvez seja não seja assim tão incomum na blogosfera e neste caso todas as opiniões, observações e experiências contam, que eu agradeço desde já. Gosto muito de escrever e, sem falta modéstia, creio que alguns dos textos que escrevi são bons, assim como as fotos que os acompanham. Por isso custa desistir já…
    Grata a toda a equipa e o maior sucesso a este vosso trabalho.
    Ana C.

    1. Oi, Ana.

      Eu que agradeço pelo comentário. E não, definitivamente o que você escreveu não é incomum. Antes, é o caminho natural de muitos blogs – foi exatamente assim com a gente. Esses aprendizados fazem parte.

      Qual o seu blog? Deixa ele aqui pra gente conhecer. 🙂

      Abraço e obrigado pelo comentário.

  2. Rafa,
    foi absurdamente animador chegar ao final do seu texto, me senti amparada, deu vontade de gritar: “cacete não estou sozinhaaaa!!!” haha
    Acho um porre e é um sacrifício ter que “SEOzar” todos meus post, mas seu texto me trouxe um insight fundamental: é só balancear.
    Tava bem na minha cara e eu não via. Uns posts serão com foco nos robôs e tudo bem, eles precisam ser pro blog crescer, mas há tantos outros que não precisam. Equilíbrio nos posts, assim como buscamos na vida.
    Mto fã de vcs!!! Valeu demais.
    bjs, flá

    1. Fico feliz, Flavia! E torço para o dia que nem os robôs do Google gostarão de textos tão robotizados assim.

      Abraço e obrigado pelo comentário.

  3. Olá,

    Conhecia as dicas de viagem, mas qual a minha surpresa ao deparar com uma explicação tão clara do tal de “SEO”.
    Tenho blog como hobby, mas como é bom sempre melhorar já sei o que preciso dar um pouquinho mais de atenção.

    Grande abraço

  4. Olá! Como é que vocês fizeram o mapa que têm na página Atlas? Gostei muito da ideia, é bem mais prático do que ter uma lista dos destinos no menu. Desculpe o meu comentário ser neste artigo mas nessa página não dá para comentar. Obrigada

    1. Olá Inês, é um plugin chamado RVM – Responsive Vector Maps. É super fácil de configurar e de customizar com as cores do seu blog. 🙂

    2. Oi, Inês. Nenhum problema em ser aqui o comentário, mas é só que não sei responder, já que não cuido dessa parte de programação. 🙁

    1. Oi, Gabriele. Faz assim: vai no painel do wordpress, clica em plugins, adicionar novo e busca por Yoast. Vai dar certo. 🙂

      Qualquer coisa só falar.

      Abraço.

  5. Muito bom o texto! Tenho tentando entender melhor esse mundo SEO, e confesso que não me agrada nenhum pouco ter que escrever pensando em Robôs. No começo do texto cheguei a ficar triste…rsrs. Mas, no final veio a esperança novamente. 🙂 O texto ajudou muito à entender porque que escrever de maneira robotizada é um mau necessário, ao menos por enquanto. Obrigada por compartilhar o conhecimento de vocês!! Ajudou muito!!

  6. Fala Rafael, tudo certo?

    O 360meridianos me serviu de inspiração, quando em janeiro de 2015, decidi criar um site de viagens, o Soy América. Admiro demais o trabalho que vocês realizam.

    Sempre passo para conferir as novidades e esse texto ajudará muito a pensar sobre a criação de conteúdo que atenda principalmente o público, mas sem desconsiderar os mecanismos de buscas.

    Considero que ainda estou dando os primeiros passos como blogueiro de viagem e fico feliz de sempre poder contar com as dicas postadas no 360meridianos. Parabéns pelo trabalho de vocês.

    Abraços!

  7. Adorei o post!
    Estou na jornada iniciante de blog e é muito dificil vencer as regrinhas de SEO. Está certo quando diz que algumas vezes devemos dar prioridade para o público e não para os robos do Google. E vamos aprendendo, sempre!

  8. Ótimo texto, com explicações fáceis de entender, além das dicas e da forma flúida e com pitadas de humor! Também gosto de escrever para os leitores do meu blog, não para robôs. Mas aos poucos estou ajustando esses pequenos detalhes, para que ele esteja mais acessível nos buscadores, mais “achável”. Mas como tu disseste, “blogar é contar histórias” e é isso que fazemos, envolvemos nosso leitor com as experiências que vivenciamos. Parabéns pelo 360, beijão procês !

  9. Cara, que post fantástico!
    Fundamental para quem tem ou deseja ter um blog de viagem.
    Não escondo a frustração em comprovar que, depois de 6 anos de Rotas, não sei nada de SEO e, não fosse por mera intuição, não faria nada disso do que você comenta. Reconheço minha falha nesse ponto e, com a sua ajuda agora, preciso mudar esse quadro.
    Mas a sua ponderação é crucial: SEO demais enjoa.
    Parabéns pela lucidez, Rafael!
    Abs

    1. Sou fã do Rotas, Tiago, e você sabe disso. Toma uns cuidados básicos de SEO, mas jamais mude a forma que você escreve, que é ótima.

      Abraço e obrigado. 🙂

  10. Rafael
    Arrasou no texto. Estou dando um duro danado no meu novo blog abolonhesa.com pois ele ainda é novinho e ainda não tem um bom posicionamento. espero que daqui uns meses isso melhores.
    Obrigada pelas dicas

    bjs
    Dani Bispo

  11. Não faço parte do fantástico grupo dos que digitam a url, mas sou daqueles que o 360 já aparece religiosamente no feed do facebook, e termino vindo aqui umas 4x por semana.

    Queria parabenizar não só pelos textos de sempre que são fantásticos, trazem informação de forma leve e descontraída, dá pra ler de uma “tomada só”, fazendo com que eu deixe pra ler as atualizações sempre no meu horário de almoço.

    Segundo, parabéns a esse texto em especial. Não tenho blog, mas foi muito interessante saber como são as coisas por trás do que lemos.

    Grande sucesso!

  12. Adorei o texto, super útil.
    É difícil encontrar o equilíbrio do que é bom para o Facebook, para o Google ou para os leitores seguidores do Blog.
    Tento fazer um equilíbrio, mas o que mais gosto é de escrever o que eu gostaria de ler.
    Obrigada pelo Post

  13. A gente que é fã de títulos de revista sofre, mas é a vida, com um tempo, temos que aprender mesmo. Hoje em dia, olho meus posts antigos e até morro de vergonha de alguns títulos! kkkk Muito obrigada pelas dicas! =*

  14. Parabéns Rafael!!! Excelente texto!
    Essas preocupações com SEO acabam cortando a criatividade da pessoa que escreve. Por mais que você queira ser livre, você também precisa seguir as tais regras se quiser aparecer bem em alguma pesquisa…
    Tomara que a inteligência artificial consiga captar essas nuances humanas no futuro!!!
    Um abraço
    Carolina Belo

  15. Obrigada por dividir suas lições conosco! Me identifiquei logo de cara quando falou dos títulos, um dos meus primeiros posts chama: Nairobi, uma cidade em ebulição…
    Mas gostei mesmo da conclusão do texto, nem tudo tem que ser escrito para robôs, nós incitantes temos que encontrar este equilíbrio.
    Valeu pelas dicas!

  16. Eu sou o tipo “leitor favorito”, eu só coloco 3 no meu buscador e já aparece o resto! *-* Entro todos os dias, não importa onde esteja. Amo este blog, o único que acompanho de fato.
    Vocês são mara!

  17. Muito bom, Rafael!

    Claro, direto e conciso.

    Eu também estou na torcida para o Google passar logo a entender títulos criativos e mais “humanizados”. Eu sou fã de títulos engraçados e criativos. Mas entendo que os títulos mais “robóticos” são um mal necessário, pelo menos, por enquanto.

    Também curto muito ironia, metáforas e brincadeiras com palavras. Que também são “coisas” que os robôs não entendem bem. Paciência, né?

    Parabéns pelas boas explicações e pelo sucesso do 360!

    Grande abraço.

    PS: Não sou um robô. 😛

    1. Exato, Max. Nada me deprime mais que ver textos completamente robóticos! E pior: quando esses textos ficam bem posicionados no Google.

      Espero que isso mude.

      Abraço.

  18. Olá! Faço parte do terceiro público de vocês, o que digita a URL mesmo e acompanha (ainda que não consiga fazer isso todos os dias). Nunca tinha comentado aqui, mas queria aproveitar este post para dizer o quanto adoro o 360 meridianos. A leveza e fluidez dos textos, a pessoalidade (que muitas vezes transparece por aqui – e tanta gente condena!) e o cuidado com o público. Parabéns pelo blog. Ele serve de inspiração pra mim. Ah! Queria aproveitar e parabenizar também pela coragem de ensinar aspectos tão importantes desse universo blogueiro, como SEO e planejamento. Em quatro ou cinco posts aprendi muito mais do que em diversos vídeos e e-books. Não é qualquer um que quer “revelar seus segredos”. Parabéns.

    Beijos pros três.

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