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Atlas: Bariloche, Argentina

Cerro Otto: esquibunda e diversão no passeio em Bariloche

O Cerro Otto faz parte do circuito turístico básico de Bariloche, aquele tipo de passeio que todo mundo que visita pela primeira vez um lugar faz questão de fazer, ao lado de seus irmãos Cerro Campanário e Cerro Catedral. Mais que uma vista deslumbrante do lago Nahuel Huapi, a visita ao morro inclui um verdadeiro centro de lazer, ideal não apenas para amantes da natureza e de esportes de neve, mas também para famílias com crianças.

Qualquer passeio ao Cerro Otto começa obrigatoriamente com a subida de teleférico até o topo. A contrário do ascensor do Cerro Campanário, que é aberto, esse é fechado, cabe até quatro pessoas e a subida dura cerca de 15 minutos. Uma vez lá em cima, você desembarca em um prédio que abriga um museu, um bar meio com cara de boate e algumas lojinhas de souvenir.

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Cerro Otto - Bariloche

Cafeteria giratória do Cerro Otto

É lá dentro desse prédio que também fica a famosa cafeteria giratória do Cerro Otto, de onde se pode ter uma vista 360° da região enquanto você toma seu café. Isso, é claro, se você não sofre de labirintite como eu. Não pude passar nem mesmo cinco minutos ali sem que meu mundo girasse junto com as engrenagens do café. Mas pelo menos consegui algumas fotos.

Pra quem aguentar o movimento, a cafeteria tem dois eixos que giram em velocidades diferentes. Por isso, você pode escolher se quer ver a vista panorâmica completa em 20 ou 40 minutos. Dali, você vai conseguir ver toda a cidade de Bariloche, o aeroporto, Villa La Angostura, a fronteira com o Chile, o Lago Nahuel Huapi e o seu braço Blest, além de toda a cordilheira até o Cerro Catedral e Cerro Lopez, Cerro Capilla e Millaqueu.

Se você enjooa um pouco, o mais recomendável é ficar na parte mais externa na cafeteria, que é mais lenta. Além de um café, essa também uma boa parada para o almoço, já que por ali eles servem gastronomia típica das montanhas andinas e de outras partes do mundo, além de tortas, cafés e sanduíches.

Cafeteria giratoria Cerro Otto - Bariloche

O que fazer no Cerro Otto

Do lado de fora, o espetáculo da paisagem ganha mais cores sem os vidros que separam você da vista e do frio congelante. Há um deque de observação para as montanhas nevadas e lago Nahuel Huapi e, embora eu tenha me impressionado mais com as vistas do Cerro Campanário, qualquer vislumbre em Bariloche é como uma pintura. Só tome cuidado ao caminhar por ali durante o inverno, pois a neve vira gelo e deixa o caminho escorregadio.

Mas a diversão do Cerro Otto está mesmo é nas pistas de esquibunda para crianças e para adultos. E dá para entender, né? Quem não ama escorregar na neve? O lugar também conta com trilhas na neve, onde são oferecidas caminhas com raquetas. No verão, mais trilhas são abertas e o esquibunda é substituído por um tobogã com boias.

Esquibunda Cerro Otto Bariloche

Vista Cerro Otto Bariloche

É importante lembrar que as atividades do Cerro não estão inclusas no valor do teleférico e devem ser pagas a parte. Na temporada de 2018/2019, a subida e a descida juntas custavam $ 650 (cerca de R$45).

Como chegar

Para chegar ao Cerro Otto é muito fácil, basta pegar o ônibus gratuito que sai da esquina da Calle Mitre com Villegas de hora em hora. Bem ali em frente há também um quiosque que vende as entradas para o teleférico. Você só consegue utilizar esse ônibus com elas em mãos.

Você receberá um voucher que deve ser trocado pelos tickets na recepção. Se você for de carro, também pode comprar as entradas ao chegar ao Cerro. A bilheteria fica aberta das 10h às 17h30. Antes de sair do hotel, convém consultar o clima naquele dia, pois o Cerro costuma encerrar as atividades quando o tempo fecha, por questões de segurança.

Para mim, a visita ao Cerro Otto só vale a pena se você for participar das atividades oferecidas ali. Para apreciar a vista, Bariloche tem inúmeras opções mais baratas e a visita pode parecer um pouco sem graça ou sem sentido. Como, em geral, essa é uma parada rápida no passeio pelo Circuito Chico, poucas pessoas têm essa oportunidade. Se possível, planeje visitá-lo com tempo e disposição para fazer o esquibunda e as caminhadas com raqueta.

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Natália Becattini

Já chamei muito lugar de casa, mas é pra Belo Horizonte que eu sempre volto. Viajo o mundo em busca de histórias e de cervejas locais. Além do 360, mantenho uma newsletter sobre o a vida, o universo e tudo mais, que eu chamo de Vírgulas Rebeldes. Vira e mexe eu também estou procrastinando lá no instagram @natybecattini e no twitter.

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2 comentários sobre o texto “Cerro Otto: esquibunda e diversão no passeio em Bariloche

  1. Gostei! Pareceu ser muito bom apreciar a vista e fazer o tal esquibunda!
    Parece ser um esporte muito bom e seguro para não atletas como eu (não sei nadar, nem andar de bicicleta,meus unicos esportes são levantar e andar, passar rodo e vassoura, lavar louça)! 🙂

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