O que fazer no Rio de Janeiro: roteiros e dicas de passeios

O Rio de Janeiro é o destino perfeito para uma escapulida de fim de semana ou um feriado prolongado. É uma daquelas viagens que não exige muito planejamento, em que a principal atração é a própria cidade. Basta estender a canga na praia e mandar descer a caipirinha. Mas, além das areias de Copacabana, há muito mais o que fazer no Rio de Janeiro. A cidade, que já foi capital do Império, tem incontáveis atrações históricas, naturais e culturais, e, entre elas, alguns dos pontos turísticos mais famosos do país.

Um post com o que fazer no Rio de Janeiro corre sempre o risco de cair no óbvio, mas garanto que é imprescindível para não se perder na quantidade de atrações que a cidade tem a oferecer. Por isso, preparamos esse guia com os principais passeios do Rio, separados por região para te ajudar a economizar tempo e dinheiro nos deslocamentos. Não deixe de ler também nosso guia de sambas bons no Rio de Janeiro, e dicas para passar o carnaval no Rio de Janeiro. Quem vai de bate-volta pode se inspirar no nosso roteiro de um final de semana no Rio de Janeiro para decidir quais atrações ver em tão pouco tempo.

No nosso guia de onde ficar no Rio de Janeiro, você encontra os melhores bairros para escolher sua hospedagem.

O que fazer no Rio de Janeiro: as atrações clássicas

Se essa é sua primeira visita ao Rio, provavelmente há um par de atrações que você quer riscar do papel, aqueles cartões-postais conhecidos no mundo inteiro e que fizeram a fama da cidade. O Cristo Redentor e o Bondinho do Pão de Açúcar estão entre os pontos turísticos mais clássicos da cidade.

Como visitar o Cristo Redentor

Quem nunca sonhou em tirar uma foto de braços abertos junto ao Cristo e as centenas de outras pessoas que visitam o maior cartão-postal do Rio de Janeiro todos os dias? No alto do Corcovado, o Cristo Redentor é a principal atração da cidade, não apenas pelo valor simbólico da visita, mas também pela bela vista da Baía de Guanabara junto ao Pão de Açúcar lá embaixo. O Corcovado fica dentro do Parque da Tijuca, que abriga florestas, trilhas, cachoeiras e se estende entre as Zonas Sul, Norte e Oeste.

Para desfrutar melhor do passeio, escolha um dia de céu limpo, ideal para apreciar toda a beleza.

O que fazer no Rio de Janeiro: Vista da Baia de Guanabara do alto do Corcovado

O que fazer no Rio de Janeiro: em dias claros, dá para ter essa linda vista da Baía de Guanabara do alto do Corcovado

Como comprar o ingresso e chegar até o Cristo

Como a atração é bastante requisitada, é importante comprar os ingressos antecipadamente, para evitar frustração. As empresas já vendem as entradas combinadas com o transporte até a atração. Dá para pegar um ônibus ou táxi até a Estação Corcovado e, de lá, subir de trem (compre o bilhete aqui) ou de van, saindo das estações Paineiras, Copacabana e Largo do Machado (compre aqui).

O jeito mais barato, sem dúvidas, é pegar um ônibus comum até a Paineiras e de lá pegar a van – vai sair por R$ 41. O mais charmoso, é ir de trem, que custa R$ 62 em baixa temporada e R$ 75 em alta. Veja mais detalhes no post como chegar ao Cristo Redentor.

Dica Esperta

O Mirante Dona Marta é outro mirante no Parque da Tijuca que nos proporciona um bela vista do Rio de Janeiro e o melhor: é de graça. Se você não liga para o Cristo e quer economizar a visita, essa pode ser uma boa alternativa. Ou ainda, dá pra planejar a visita ao Cristo para a manhã e depois passar no Dona Marta para ter outra perspectiva da cidade. Ali a vista é de 360 graus e inclui o cartão-postal principal. Veja aqui como chegar ao Mirante Dona Marta.

Cristo Redentor no Rio de Janeiro

Passeio no Bondinho do Pão de Açúcar

Muita gente diz que a vista do alto do Pão de Açúcar é ainda mais linda que a do Cristo Redentor, porque inclui o próprio Cristo – e a bela Copacabana – no panorama. Isso pode até ser verdade, mas essa pessoa se esquece que, lá do alto, não dá para ver o Pão de Açúcar, e o que seria do Rio de Janeiro sem esse peculiar conjunto de montanhas?

Pão de Açúcar e o bondinho

Localizado na Urca, perto de Copacabana, você pode combinar a visita tanto com um dia de praia quanto com a própria subida ao Cristo. Prefira o horário da manhã, quando há menos movimento. Só a subida no bondinho já faz o passeio valer a pena, mas é difícil segurar os suspiros quando a gente vê o Rio lá do alto.

A passeio custa R$85 para adultos e R$42 para crianças e jovens de até 21 anos, estudantes, idosos e pessoas com deficiência. Menores de 6 anos não pagam entrada. A bilheteria funciona das 8h às 19h50, mas dá para comprar o ingresso antecipadamente no site oficial.  Veja aqui como é o passeio no bondinho do Pão de Açúcar.

O que fazer do Rio de Janeiro: as atrações do centro

Para alguns, a ideia de andar pelo centro do Rio é assustadora, pois a região é muito movimentada, barulhenta e tem fama de ser insegura. Mas é no centro que você encontra alguns dos prédios históricos mais interessantes da cidade, que ainda guarda neles a majestosidade que a capital de um Império merece.

As principais atrações do centro do Rio são:

  • Theatro Municipal
  • Biblioteca Nacional
  • Museu Nacional de Belas Artes
  • Cine Odeon
  • Convento de Santo Antônio
  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência
  • Paço Imperial
  • Palácio Tiradentes
  • Centro Cultural do Banco do Brasil
  • Igreja da Candelária
  • Mosteiro de São Bento
  • Museu de Arte do Rio (MAR)
  • Museu do Amanhã
  • Arcos da Lapa
  • Escadaria Selarón
  • Santa Teresa
  • Cais do Valongo e o roteiro turístico pela região da Pequena África

  Igreja da Candelária  lapa rio de janeiro

Crédito: Andrevruas/Wikimedia Commons / Noite na Lapa no bar Carioca da Gema

Roteiro pelos prédios históricos do centro

Para começar, se você descer na estação Cinelândia vai cair numa praça bem em frente ao Theatro Municipal, um prédio centenário, que recentemente foi restaurado. Além de ver o prédio por fora, é possível assistir uma peça ou fazer a visita guiada. Ali do lado fica a Biblioteca Nacional, que também tem visitas guiadas em horários específicos, e o Museu Nacional de Belas Artes. Por perto também está o Cine Odeon, construído em 1932 e ainda em funcionamento. Além disso, os outros dois palácios que você vê na praça são o  Pedro Ernesto, sede da Câmara Municipal, e o Centro Cultural da Justiça Federal.

De lá, você pode seguir para Convento de Santo Antônio, onde os primeiros frades franciscanos se instalaram, no alto de um morro, em 1608. Ali também fica uma igreja de arquitetura barroca, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência. A alguns quarteirões de distância fica o Real Gabinete Português de Leitura, a maior biblioteca de autores lusitanos fora de Portugal, construída em 1837.

Seguindo em direção ao porto você chega ao Paço Imperial, que fica na Praça XV de Novembro (onde está a estação das barcas para Niterói). O prédio foi construído no século 17 e serviu como casa de despachos dos imperadores do Brasil. Hoje é um centro cultural. Ainda na praça fica o Palácio Tiradentes, construído em 1922 e que atualmente funciona como sede da Assembleia Legislativa. Por fim, ali também está o Arco dos Teles, uma passagem  que dá acesso à Travessa do Comércio. Esse arco é tudo o que restou de uma antiga casa do século 18.

Subindo a Rua Primeiro de Março você chega ao Centro Cultural do Banco do Brasil, que tem museu, teatro, biblioteca e sala de exposição.  Dali é um pulo para a Igreja da Candelária, cuja primeira versão foi construída em 1601 – apesar da arquitetura bonita, a Igreja infelizmente é mais conhecida pela chacina da Candelária, que aconteceu bem ali naquelas escadarias. Nessa região também fica o Espaço Cultural da Marinha do Brasil, onde estão embarcações antigas, incluindo um submarino. Além disso, é de lá que saem os barcos de passeio para a Ilha Fiscal, sede de outro museu, também mantido pela Marinha.

Siga para o Mosteiro de São Bento, prédio de 1671 e com arquitetura barroca – aos domingos, às 10h, eles realizam uma missa com canto gregoriano. Próximo ao mosteiro está a Praça Mauá e o Museu de Arte do Rio (MAR), inaugurado recentemente, como parte da revitalização da Zona Portuária. O prédio do museu é enorme e vale a pena subir até o topo e observar a vista da cidade e a cobertura de concreto, que tem forma de onda.

Ali perto está o também novinho em folha Museu do Amanhã (Praça Mauá, 1. Site oficial), um belo prédio modernista que abriga um museu de ciências com foco nos temas sustentabilidade e convivência e que explora as profundas transformações que o mundo e a humanidade já enfrentam e ainda enfrentaram nos próximos 50 anos. Abre de terça a domingo, das 10h às 18h e a entrada custa R$ 20. Às terças é grátis para todo mundo, basta se apresentar na bilheteria. Quem for nos outros dias pode comprar online.

Não deixe de dar um pulo na Confeitaria Colombo, fundada em 1894. Passe lá para tomar um café e comer um pão ou doce no prédio centenário. Fica na rua Gonçalves Dias, 32.

As atrações da Lapa e do Santa Teresa

Também é no centro que fica a querida Lapa, com sua vida noturna agitada. Esse é um dos melhores lugares do Rio para curtir um samba, mas também há muitas opções de casas noturnas que tocam os mais diversos ritmos, de música latina ao rock. É ali que ficam os famosos Arcos da Lapa, construídos para serem um aqueduto, mas que se tornaram via para o bondinho do Santa Teresa. 

Debaixo dos arcos há sempre uma feirinha de comida de rua e utilidades. E se é feira que você quer, não deixe de conferir a Feira Rio Antigo, uma charmosa feira de antiguidades que ocorre todo primeiro sábado do mês na Rua do Lavradio, também na Lapa.

Outro importante ponto dessa parte do Rio é a Escadaria Selarón, uma escadaria toda ladrilhada que leva para o charmoso bairro de Santa Teresa. O mosaico foi criado pelo artista chileno radicado no Rio, Jorge Selarón, que decidiu que o lugar precisava de um pouco de cor. Logo, pessoas do mundo inteiro passaram a trazer azulejos para ajudá-lo no projeto e hoje esse é um dos lugares mais visitados da região. A escadaria já foi até mesmo cenário de clipes do rapper Snoop Dog e do U2.

O que fazer no Rio de Janeiro: Escadaria Selarón

No topo da escadaria começa o bairro mais lindinho da cidade. Com belos casarões coloniais, o Santa Teresa é um bairro descolado, cheio de bons restaurantes, cafés, ateliês e galerias de arte. Também dá para chegar ao Santa Teresa fazendo o belo passeio pelo bondinho, o que é uma boa ideia se você quiser poupar suas pernas das ladeiras do bairro. O bonde sai da rua Rua Lélio Gama, próxima à estação de metrô Carioca, no centro, a cada 15 ou 20 minutos. O valor da passagem é de R$ 20, com direito à volta.

Uma dica não-oficial: eu cheguei ao Santa Teresa de ônibus e queria descer pro centro de bondinho. Quando perguntei ao motorista quanto era e onde eu podia pagar pela passagem, ele me disse que para descer era de graça. Eu não sei a oficialidade dessa informação ou se ele estava só sendo legal me dando uma carona, mas se for o seu caso, vale a pena sondar.

Por ali, uma das principais atrações é o Parque das Ruínas (R. Murtinho Nobre, 169), localizado na parte mais alta do bairro, o que dá direito a uma vista incrível da cidade do alto do antigo palacete que fica dentro do parque. Outro ponto importante é o Convento de Santa Teresa, construção que deu origem ao bairro (fica na Ladeira de Santa Teresa, 52). A entrada é gratuita e a visitação ocorre de segunda a sábado, das 9h às 17h.

Para comer, a dica é o Bar do Mineiro (Rua Pascoal Carlos Magno, 99), um concorrido boteco que está sempre cheio, mas nem por isso afasta os clientes, que pedem a cerveja no balcão e bebem na calçada. Sábado é dia de provar a famosa feijoada servida por eles.

Pequena África: a herança negra no centro do Rio de Janeiro

No passado, a região do centro do Rio que se estende ao redor do Cais do Valongo era usada como mercado de escravos. Com a abolição do comércio de pessoas e a consequente abolição da escravatura, os negros que conseguiam liberdade passaram a viver e trabalhar naquela região formada pelos bairros Saúde, Gamboa e Santo Cristo, na época desprezados pela elite carioca. Ali, formaram uma forma comunidade e, ainda hoje, as ruas, sobrados e praças dali preservam as marcas físicas e culturais da influência africana.

A região, que ficou conhecida como Pequena África, teve sua importância histórica esquecida durante séculos, mas o recente resgate desse passado fomentou a criação do Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana e a região ficou conhecida como patrimônio material e imaterial para a população de origem africana.

O roteiro turístico da Pequena África tem como ponto inicial o Museu de Arte do Rio (MAR) e conta com seis pontos de interesse oficiais: o Largo de São Francisco da Prainha, o Morro da Conceição, a Pedra do Sal, o Cais do Valongo, os Jardins Suspensos do Valongo e o Cemitério dos Pretos Novos. Quem tiver interesse nessa história, aconselho fazer um tour guiado por apenas R$10 com o pessoal do Sou+Carioca.

O que fazer no Rio de Janeiro: atrações na Zona Sul

As principais atrações da Zona Sul do Rio são:

  • As praias de Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon
  • Lagoa Rodrigo de Freitas
  • Parque do Flamengo
  • Bondinho do Pão de Açúcar
  • Mureta da Urca
  • Jardim Botânico
  • Parque Lage
  • Forte de Copacabana
  • Arpoador

É na Zona Sul do Rio que se concentram as principais praias da cidade: Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon. Elas são, sem dúvidas, a principal atração da Zona Sul do Rio. Mas, além das praias, também tem muito o que fazer nessa região. Uma boa pedida é alugar uma bike com o projeto Bike Rio e  fazer um passeio de bicicleta pela região, que inclui Lagoa Rodrigo de Freitas (minha vista favorita do Rio!) e Parque do Flamengo.

Aproveite que está nessa região para fazer o passeio do Bondinho do Pão de Açúcar, na Urca. Por falar em Urca, um dos programas mais legais da cidade é ver o por do sol na mureta do Bar da Urca (Rua Cândido Gaffrée)O lugar fica cheio nos finais de semana.

Vista da Mureta da Urca, no Rio de Janeiro

O que fazer no Rio de Janeiro: relaxar e tomar uma cerveja na Mureta da Urca

Outro passeio interessante é o Jardim Botânico, fundado em 1808 por Dom João VI. Lá você vai encontrar árvores centenárias e plantas exóticas, tudo num ambiente muito agradável. Na mesma rua do jardim está o Parque Lage, também conhecido como o lugar que os artistas estrangeiros mais gostam de gravar clipes (junto com a escadaria de Santa Teresa). Lá era um antigo engenho de açúcar que foi residência de famílias muito ricas e virou um palácio cercado por jardins.

Em Copacabana fica, além do hotel Copacabana Palace, o Forte de Copacabana. Lá, bem no finalzinho da praia, fica um museu militar e uma filial da Confeitaria Colombo. A vista dali é muito bonita. O lugar está próximo ao Arpoador (foto), uma pedra que fica entre Copacabana e Ipanema. No verão, quando o sol se põe em frente ao mar, moradores da cidade e turistas se reunem ali todos os dias para ver a obra de arte mais bonita do Rio. Esse espetáculo natural é sempre aplaudido de pé pela plateia. Chegue meia hora antes com seu mate e seu pacote de biscoitos Globo para encontrar um bom lugar na pedra.

Se você estiver procurando um lugar não muito caro para almoçar, procure uma filial do Belmonte, que existe em vários cantos da Zona Sul. O meu favorito fica em frente ao parque do Flamengo. Outra opção é o Braseiro da Gávea (Praça Santos Dumont, 116), que fica no Baixo Gávea, uma região frequentada por muitos artistas e um ótimo lugar para tomar um chope.

O que fazer no Rio de Janeiro: atrações na Zona Norte

As principais atrações na Zona Norte do Rio são:

  • Maracanã
  • Quinta da Boa Vista
  • Museu Nacional
  • Feira de São Cristóvão
  • Floresta da Tijuca

Maracanã rio de janeiro floresta da tijuca rio de janeiro

Maracanã. Crédito: Daniel Basil/Wikimedia Commons / Mapa da Floresta da Tijuca. Crédito: Halley Pacheco de Oliveira/Wikimedia Commons

Olá Estádio Jornalista Mário Filho. Oi? Quer dizer, olá Maracanã! Um dos estádios mais importantes do futebol pode ser visitado não só em dias de jogo. As visitas são liberadas diariamente, das 9h às 17h, com valores que vão de 20 a 65 reais. Confira os preços e horários. 

Tecnicamente, o Bairro Imperial de São Cristóvão fica no centro, mas por questões de proximidade no mapa (fica mais perto do Maracanã do que das outras atrações do centro), vou considerá-lo na Zona Norte. Ali, você pode visitar a Quinta da Boa Vista, um parque municipal. Lá também fica o Palácio que foi a residência oficial da família real de 1808 até a Proclamação da República, em 1889.  No antigo palácio funcionava o Museu Nacional, administrado pela UFRJ e o maior museu de história natural e antropológica da América Latina – até o incêndio. Nessa região está a antiga Casa da Marquesa de Santos, a amante do Dom Pedro I – o prédio está fechado para reformas para abrigar o Museu da Moda Brasileira.

E tem ainda a Feira de São Cristovão, uma grande feira de cultura nordestina, que funciona todos os dias. Lá é o lugar para ouvir forró e provar comidas típicas. E não é uma feirinha, viu – são 300 mil visitantes por mês! Confira a programação da feira e os horários de funcionamento no site oficial. 

Também na Zona Norte fica uma das entradas do Parque da Tijuca. É por ali que você vai para conhecer a Floresta da Tijuca, a maior maior área urbana reflorestada do mundo.

Praias mais distantes

Se quiser pegar uma praia, mas fugindo das óbvias, uma dica é rumar para orla que vai da Barra da Tijuca até Grumari, passando pela Prainha e pela Praia de Abricó, que é de nudismo. O Maurício, do blog Trilhas e Aventuras, organiza um tour guiado bem interessante por essa região.

Onde ficar no Rio de Janeiro

Com uma cidade grande de locomoção complicada, acredito que procurar uma hospedagem perto do metrô é sempre uma boa ideia. Por isso, bairros como Ipanema, Copacabana, Flamengo e Botafogo são sempre boas pedidas de onde ficar no Rio.

Embora tenham muitas atrações e bom acesso ao transporte público, não recomendo se hospedar no centro e Lapa, já que algumas ruas ali podem ser perigosas durante a noite. Se quiser procurar hotel nessa área, prefira o Santa Teresa. Lá você ainda tem a chance de se hospedar em um belo casarão colonial. Para uma descrição mais completa, leia nosso guia dos melhores bairros para ficar no Rio de Janeiro.

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Natália Becattini

Já chamei muito lugar de casa, mas é pra Belo Horizonte que eu sempre volto. Viajo o mundo em busca de histórias e de cervejas locais. Além do 360, mantenho uma newsletter sobre o a vida, o universo e tudo mais, que eu chamo de Vírgulas Rebeldes. Vira e mexe eu também estou procrastinando lá no instagram @natybecattini e no twitter.

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7 comentários sobre o texto “O que fazer no Rio de Janeiro: roteiros e dicas de passeios

  1. Viciada no Blog!!!
    Caí aqui por acidente e não consigo mais parar de ler!!
    Socorro me tirem daqui! kkkk
    Parabéns vocês fazem um ótimo trabalho!!

  2. Adorei o post Luiza! Principalmente porque destacou as belezas arquitetônicas e não só as naturais :))
    Outros programas que eu indicaria são passar a tarde na Urca, terminando no bar urca, assistir um show no Circo Voador na Lapa e visitar algumas feiras do centro!
    Algumas famosas são a da Praça XV e a do Lavradio, se quiser saber mais sobre a última tenho um post no meu blog falando sobre!
    http://cafepraviagem.com/2014/01/06/feira-do-lavradio/

    Para sair a noite Botafogo também é um ótimo lugar. É cheio de bares e boates, especialmente para a galera mais “alternativa”. Leblon e ipanema também são ótimos, apesar de um pouco mais caros e de ter outro público no geral.
    Piqueniques na Lagoa, Jardins do MAM, Parque Lage e Parque Guinle também são boas pedidas para dias mais tranquilos.

    Espero ter sido útil!
    Beijao 🙂

  3. Locais para comer:
    – Rotisseria Sírio-Libanesa (pé sujo, mas tem a melhor esfiha do mundo) na galeria Condor, Largo do Machado $
    – Restaurante Hachiko (rodízio Japonês/Contemporâneo), Centro (próximo à Assembleia Legislativa) $$$
    – Bar do Adão (melhor pastel do Rio), existem diversas filiais, mas o original fica no Grajaú $
    – Restaurante Hansl (austríaco – excelente fondue com vista absurda), Estrada do Joá $$$

    Locais para visitar:
    – Prainha e Joatinga são as melhores praias do Rio hoje, visual sensacional e pouco turísticas
    – Mureta da Urca – tomar um chopp vendo o pôr-do-sol não tem preço

    1. Oi Renata, obrigada pelo toque, estava com esse erro mesmo. Na verdade, a Floresta da Tijuca é maior área urbana reflorestada do mundo. Corrigi lá

      bjs

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