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Atlas: Santiago, Chile

Onde comer e beber em Santiago: dicas de restaurantes

Quem não gosta da comida chilena não deu uma chance pra ela. Santiago está repleta de restaurantes tradicionais que servem boa comida local há anos e se tornaram parte do cotidiano dos moradores. E, como toda boa metrópole, a boemia não para por ali e o convívio de pessoas de todas as partes do mundo acrescentou alguns temperos à tradição gastronômica. Veja agora uma lista com dicas de bares e restaurantes em Santiago. São boas opções para jantar, tomar um drink ou provar um prato diferente que colecionamos em nossas passagens pela cidade.

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Bar Nacional

Calle Huérfanos, 1151

Com uma cara vintage sem ser cool e mesas sempre cheias, o Bar Nacional é um dos mais tradicionais restaurantes do centro de Santiago. Desde os anos 1960, serve uma enorme variedade de pratos e sucos naturais, mas a especialidade ali é a baixa gastronomia chilena, como o Lomo a lo Pobre. Os pratos podem ter preços um pouco salgados. Para economizar, procure pelos sanduíches e empanadas. Site oficial.

La Piojera

 Calle Aillavilú 1030

Terremoto, drink tradicional em Santiago do Chile

Terremotos prontos para serem servidos na Piojera. Foto: (CC)

Com cara de botecão de bairro, a Piojera completou mais de um século de tradição na noite santiaguina. Foi batizada assim depois que o ex-presidente chileno Arturo Alessandri Palma exclamou: “Y a esta piojera me han traído!?”, ao entrar no bar. O drink mais famoso ali é quase uma atração turística em Santiago – o Terremoto, uma doce mistura de sorvete de abacaxi, vinho branco, fernet e granadina. Não vá embora sem tomar um, mas cuidado: a bebida tem a fama de jogar muita gente no chão. Talvez daí venha o nome. Site oficial.

Barrio Franklin

A região emergiu nos últimos anos como um novo polo da gastronomia popular em Santiago. São diversos postos de comida de rua e restaurantes pequenos que servem assados, sanduíches, sucos e empanadas. O bairro é ainda multicultural e ali também se encontra comida étnica, como libanesa, mexicana e tailandesa. Aproveite pra fazer a digestão com uma volta pelas ruas de casinhas coloridas e dê uma passada nos mercados persas que vendem antiguidades. Veja aqui um guia completo do Barrio Franklin.

La Vega Central

Calle Davila Baeza, 700 

Também conhecida como “Feria Mapocho”, a Vega Central é um mercado que funciona à beira do Rio Mapocho desde 1916. A especialidade ali são frutas e alimentos frescos, mas também dá para encontrar comida rápida e barata chilena, como sanduíches, empanadas, arrollado de huaso (um embutido de pernil muitas vezes recheado de legumes e ovos), cazuelas e porotos con riendas (sopa de feijão com macarrão). Site oficial.

Mercado Tirso de Molina

Calle Artesanos 700, Recoleta

Também localizado à beira do Rio Mapocho, no centro de Santiago, o Tirso Molina é um mercadinho popular de frutas e verduras no qual também é possível encontrar bom ambiente e comida de diversas partes do mundo, em especial chilena e de outros países da América Latina. Ao contrário do vizinho Mercado Central, o turismo ainda não inflacionou o lugar. Por isso, essa é uma opção mais barata e autêntica, com pratos que não costumam ultrapassar os 10 dólares.

Confiteria Torres

Alameda 1570, Centro de Santiago. Metrô Los Heroes.

confiteria torres

Localizada a apenas 600 metros do Palácio de La Moneda, bem no centro de Santiago, a Confitería Torres é um dos mais antigos restaurantes da cidade. E uma história curiosa ilustra sua fundação, em 1879: cansado de emprestar seu exímio cozinheiro para amigos e vizinhos, um magnata resolveu abrir um negócio para o empregado. O local já foi frequentado por políticos e artistas chilenos importantes. Um prato individual custa entre R$ 40 e R$ 50. Leia nossa review completa da Confiteria Torres.

Aberto de segunda a sábado, das 10h às 00h.

Rincón los Canallas

Calle Tarapacá, 810

Rincón de lo Canallas - Bar em Santiago

Fachada atual do Rincón. Foto: (CC)

Durante a ditadura de Pinochet, esse bar era um ponto de encontro clandestino entre opositores que queriam furar o toque de recolher e continuar enchendo a cara e falando mal do regime, sem medo. O nome deriva do tratamento dado pelo ditador às pessoas contrárias a ele. Naquela época, quem frequentava o bar evitava dizer seu nome verdadeiro por medo de represálias e, por isso, todos se chamam de canalhas entre si. Para entrar, também era preciso saber a senha: “Canalla llamando a canalla”.

Hoje, o bar funciona em um novo endereço – próximo ao teatro municipal – e ninguém mais precisa usar codinomes ali, embora os garçons ainda chamem os clientes de canallitas, no bom sentido, claro. O bar continua oferecendo comida tradicional chilena e suas paredes estão revestidas de bilhetes deixados pelos clientes. A trilha sonora dominante são as músicas de protestos de artistas chilenos. Site oficial.

Abra todos os dias, das 10h às 23h.

La Peña del Nano Parra

Calle Ernesto Pinto Lagarrigue 80

Na cultura chilena, uma peña é um lugar de reunião popular no qual se escuta musica tradicional do país, com muita dança e bebida. Essa peña localizada no boêmio bairro de Bellavista cumpre com quase todos os requisitos. Só que, ao invés de música folclórica, o som ali é a cumbia, ritmo dançante muito apreciado entre os jovens dos países do Cone Sul, e o rock. O lugar é bem barato e modesto: funciona dentro de um galpão decorado com grafite e recebe bandas locais a cada final de semana. É uma boa escolha para quem quer conhecer a noite santiaguina sem gastar litros. Programação.


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Natália Becattini

Já chamei de casa a Cidade do Cabo, Chandigarh, Buenos Aires e Barcelona, mas acabo sempre voltando pra minha querida BH. Gosto de literatura, cervejas, música e artigos de papelaria, mas minha grande paixão é contar histórias. Por isso, desde 2011 viajo o mundo e escrevo sobre o que vi. Também estou no blog sobre escrita criativa Oxford Comma e compartilho minhas impressões de mundo também no instagram @natybecattini e no twitter.

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10 comentários sobre o texto “Onde comer e beber em Santiago: dicas de restaurantes

  1. bom dia. estou planejando visitar Santiago na segunda quinzena de janeiro. Saberiam informar o custo de bebidas e refeições de Santiago, equiparados com Belo HOrizonte por exemplo, se é muito acima, na mesma média, etc?

      1. Olá Gamboa! Obrigada pela recomendação. Eu acabei tirando o Mercado Central porque minha experiência lá não foi boa, por isso é bom que alguém recomende um restaurante lá, afinal esse também é um importante ponto turístico em Santiago. Na minha próxima passada por lá foi conferir a recomendação! Obrigada!

    1. Oi Ana Paula,

      Não visitei restaurantes especificamente vegetarianos no Chile, mas posso te dizer que em muitos desses estive acompanhada de um chileno que é vegetariano (ele que me apresentou a maioria) e ele sempre encontrava opções. O único que me lembro de não haver nada foi a Piojera, mas ali é um lugar mais para beber mesmo e não tem muita opção de comida para ninguém (comi uma empanada ali, só pra matar a fome, e tinha porção de fritas tbm).

      Abraços!

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