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Como ganhar dinheiro com um blog de viagem: o que aprendemos em 8 anos

“Sério, mas o que você realmente faz da vida? Como ganha dinheiro?” Já ouvi essas perguntas diversas vezes, sempre que conto minha profissão: blogueiro de viagens.

Existem duas opiniões sobre esse assunto. A mais comum, compartilhada por quase todo mundo que nasceu antes da internet comercial, é a de que essa história de blog ser profissão é uma bobagem, como se “blogueiro” fosse um nome de fachada para esconder o verdadeiro emprego da pessoa. Tráfico internacional de drogas, será você?

O outro ponto de vista é comum na geração que já nasceu num mundo conectado. Essas pessoas não só acreditam que é possível ganhar dinheiro com um blog, mas também acham que isso é fácil. Veja bem, como fazer um blog dar dinheiro continua sendo um mistério para esse grupo. A única diferença é que elas acreditam que sim, é possível – e provavelmente simples. 

Os dois pontos de vista têm falhas. Sim, blogueiros profissionais existem e estão se tornando cada vez mais comuns. A grande questão é que ganhar dinheiro com um blog não é tarefa simples. Se o que você procura é dinheiro fácil e relativamente rápido, sugiro procurar outra profissão. Se você quer trabalhar pouco, fuja. Eu nunca trabalhei tanto como agora.

De onde vem a grana?

Este texto foi originalmente publicado em 2015, quando o 360meridianos tinha pouco mais de três anos e o dinheiro começava a entrar de forma consistente. Foi a partir dele que desenvolvemos uma série de palestras, feitas em vários eventos de turismo Brasil afora. 

De lá pra cá, o que nasceu como hobbie virou empresa de fato – com CNPJ, despesas mensais consideráveis e outras pessoas envolvidas. Por isso, reformulei completamente o artigo, incluindo tudo o que aprendemos, muitas vezes na marra, ao longo de quase oito anos blogando – os últimos deles profissionalmente. Sem mais enrolação, é hora de falar de dinheiro. 

Veja também: Dicas básicas de SEO para blogs de viagem
Conteúdo para blogs de viagem – blogar é contar histórias

Blogs são veículos de comunicação

Como a Globo faz dinheiro? As novelas feitas pela emissora custam milhões de reais, assim como a programação jornalística. E tudo é transmitido de graça, num canal aberto. O telespectador não paga diretamente pelo produto que vê. Mesmo assim, a Globo lucra bilhões por ano.

A mesma lógica funciona com blogs. Mas, claro, o lucro é só alguns bilhões de reais mais baixo. O ponto é que blogs são veículos de comunicação, exatamente da mesma forma que um canal de televisão, uma emissora de rádio, um jornal impresso ou uma revista. Todos esses veículos têm formas de monetização e lucro. A principal delas é bem óbvia.

Como chegar em Mendoza

Publicidade

Quando falamos de publicidade, estamos pensando em quatro formatos, principalmente:

  • Banners
  • Posts patrocinados no blog
  • Publicações patrocinadas em redes sociais 
  • Viagens patrocinadas e eventos 

Durante quase oito anos, trabalhamos com três banners publicitários no 360: um no topo da página, um na barra lateral e outro dentro do texto. Desde que repaginamos o blog, em meados de 2018, eliminamos a barra lateral. E ela não fez falta alguma.

Hoje, os banners existem apenas na home e ao longo de cada texto. Não há número definido para eles, que variam de acordo com o tamanho do artigo e dependendo do próprio leitor – se você está lendo num computador ou num celular, por exemplo. 

Para cada visualização ou clique nessas propagandas, ganhamos um pouco de dinheiro, algumas vezes contados nos centavos. Não há, na maioria das vezes, venda direta de banners – como se a gente negociasse com empresas. Na realidade, blogs participam de programas que vendem esse inventário para os mais diversos anunciantes. O mais comum é o Google Adsense, eu esteve conosco entre 2011 e 2017. Nós utilizamos, desde 2017, a Clickio, uma empresa que multiplicou por três nosso faturamento nessa área.  

É mais raro, mas também pode ocorrer de uma empresa entrar em contato e fechar um pacote de visualizações ou a exibição do banner por determinado período, tudo com um valor prévio acordado entre as partes. Além dos banners, há outras formas de publicidade também comuns, como posts patrocinados, que são sempre indicados como tal. A divulgação de marcas em redes sociais é outra forma de monetizar um blog por meio da publicidade, assim como viagens patrocinadas e a participação do blogueiro em eventos semelhantes.

India Gate - Mumbai

Mumbai, Índia

Programa de afiliados 

Funciona assim: o blog firma uma parceria com uma empresa, por exemplo, de reservas de hotéis, como o Booking.com ou o Hotels.com. Nós inserimos no blog links para hotéis, caixas de busca ou para páginas gerais desses buscadores.

Para ficar mais claro, imagine que você está lendo um texto sobre o Rio de Janeiro. Em determinado momento eu escrevo a frase abaixo:

Como escolher seu seguro viagem para Europa

Esse link não é propaganda. O blogueiro não ganhou nada por colocar aquele link ali e nem ganhará se o leitor clicar nele. Quando um blog faz parte do programa de afiliados de uma empresa, se o leitor clicar nesse link e fizer a reserva por ele, aí o blog ganha uma comissão.

O detalhe é que o leitor não paga nada a mais por isso – o valor será o mesmo se ele fizer a reserva por outro link, em outro site, ou procurando o site do Booking diretamente na internet. A comissão sai da empresa, que divide uma parte do lucro dela com o blogueiro. Com isso, muitos leitores fazem questão de reservar seus hotéis por meio dos seus blogs favoritos, afinal essa é uma forma de financiar o trabalho dos blogueiros indiretamente, sem gastar absolutamente nada – valeu, gente 🙂

Existem programas de afiliados de diversos tipos: seguros de viagem, venda de ingressos para atrações turísticas, passagens aéreas, venda de livros, de eletrodomésticos, enfim, para todos os gostos e tipos de blogs.

Vai começar um blog e quer participar de um programa de afiliados? Não basta espalhar banners, caixas de busca e links do seu site de reservas favorito – antes você precisa se inscrever no programa e aguardar as orientações. E produzir conteúdo de qualidade para aquele programa. É preciso fazer textos que ajudem o leitor a planejar a viagem dele. E, se ele vai organizar as férias, vai gastar dinheiro. É aí que seu site começa a se financiar. 

Hoje, nossas duas principais parceiras são empresas com programas de afiliados sólidos e bem desenvolvidos: o Booking e a Seguros Promo. Mas também trabalhamos com a Rent Cars, Transferwise, Go Euro (e por aí vai). 

Cristo Redentor, Rio de Janeiro

Venda de produtos

O blog pode investir na criação de produtos próprios, que são vendidos para os leitores. No caso das blogueiras de moda, há o exemplo das que lançaram linhas de roupa. Mas e um blog de viagem? O que pode vender?

O 360meridianos tem uma lojinha. Nela, já vendemos muitos exemplares dos nossos três ebooks:

  • O Primeira Viagem, voltado para o brasileiro que nunca foi ao exterior (mas sonha com isso)
  • O Roteiros da Índia, que dá todas as dicas para quem sonha em conhecer aquele país
  • O Como Viajar Pelo Mundo por um Ano, que te ensina a dar uma volta ao mundo

Em 2018 interrompemos as vendas dos três ebooks. Já decidimos que o Primeira Viagem não voltará para as prateleiras – mas todos os leitores que assinam nossa newsletter recebem o guia gratuitamente. Os outros dois guias estão, no momento, esgotados. E pretendemos lançar vários guias novos, com a cara do 360, neste ano, mas decidimos repensar o formato das publicações. 

Camelos em Jaisalmer, Índia

Jaisalmer, Índia

Assim como o 360, outros blogs também vendem livros e guias, tanto digitais como impressos. Só para citar alguns, há os guias do Ducs Amsterdam, do Turista Profissional e do blog Matraqueando

Além dos guias, é possível vender também outros produtos. O blog Aviões e Músicas vende camisetas, enquanto o Finestrino é especialista em tags de mala.

Não te falei que ser blogueiro envolvia trabalho duro? Pois é.

Financiamento coletivo

Nós não usamos esse método no 360, mas é outra fórmula interessante. Alguns blogs e sites são financiados diretamente pelos leitores. Além das tradicionais e simples doações, certos veículos e blogueiros desenvolveram projetos elaborados e que são realmente atrativos para o leitor, que ganha algo ao ajudar no financiamento do seu blog favorito.

Pode ser o acesso a conteúdos exclusivos ou pode até mesmo ser um produto, como livros, canecas e camisetas, que são enviados de tempos em tempos. No passado, o Cinema em Cena criou um programa de financiamento coletivo, o que permitiu que o site continuasse no ar. 

E ainda há os sites que usam o financiamento coletivo para grandes projetos, que não seriam possíveis de outra forma – lançamentos de livros, grandes reportagens ou viagens especiais. É aí que eu acho que os financiamentos coletivos podem ajudar mais. 

As pontes de Paris, França

Paris

Consultorias e palestras

Todo mundo tem algum conhecimento que interessaria outros. Não é diferente com blogueiros de viagem, que sabem bem como planejar aquilo que é o sonho de muita gente: viajar mais. E, se possível, não gastando tanto assim.

Conhecimento, não importa qual seja ele, pode ser sinônimo de dinheiro. E muitos blogueiros têm sido bem sucedidos ao trilhar esse caminho. Alguns usam seus conhecimentos de viagem em consultorias, que são contratadas pelos leitores. Outros viraram palestrantes.

Produção de conteúdo para terceiros 

Além de veículos de comunicação rentáveis, blogs podem ser ótimos portfólios. Eu mesmo, no começo do 360, usei os textos publicados aqui para conseguir frilas de turismo em alguns dos grandes veículos de comunicação brasileiros.

Mais tarde, usamos o 360 para mostrar para empresas que seríamos bons produtores de conteúdo para eles, criando projetos especiais. Um deles foi a série de posts que fizemos para o blog da Sony, durante uma viagem pela Europa.

Bem antes dos blogs se tornarem rentáveis, quando quase nenhum blogueiro era profissional, já existiam aqueles que usavam seus blogs como formas de conseguir trabalhos por fora.

Mercado-Flutuante-de-Bangkok

Tailândia

Você precisa de leitores

Leitores. Esse é o ponto em comum para tornar os métodos acima (e outros) rentáveis. Blogs são veículos de comunicação. Veículos de comunicação só são rentáveis quando têm um número respeitável de leitores. Um blogueiro não ganha dinheiro se seu blog só for lido por alguns amigos, parentes, meia dúzia de conhecidos e mais uns caras que acharam o blog na internet. É preciso muito mais do que isso.

É complicado definir um número, como se existisse uma audiência perfeita que faz com que um blog passe a ser magicamente rentável. Na realidade o processo é uma evolução natural. Mas, só para exemplificar, o que notamos foi que o blog passou a ser mais interessante para anunciantes e parceiros quando nos aproximamos dos 100 mil pageviews mensais. Ou seja, quando o conteúdo do blog passou a ser visualizado 100 mil vezes num único mês.

Foi nessa época que as propostas de publicidade começaram a se tornar interessantes, foi nessa época que os programas de afiliados passaram a dar algum resultado, foi nessa época que percebemos que seria uma boa ideia lançar um livro digital. Veja bem: ainda demorou um bom tempo para que cada blogueiro conseguisse tirar um salário do blog. Como somos três, foi necessário triplicar essa audiência para que o dinheiro fosse suficiente para dar um nível de vida razoável para toda a equipe.

Tem blogs que conseguem a monetização e independência financeira com um número de leitores muito menor. E há aqueles que não conseguem isso nem mesmo com audiências maiores. Enfim, cada caso é um caso.

Como ganhar dinheiro com um blog

Mas dá pra ganhar quanto?

Quando eu falo sobre esse assunto com alguém, seja numa mesa de bar ou em outra ocasião social, é nesse momento da conversa que ocorre algo interessante: mesmo entendendo toda a teoria e as formas de ganhar dinheiro, a pessoa ainda não acredita que dá para realmente tirar um salário com um blog. “Mas sua família te ajuda a pagar as contas e a viajar, né?”. Não. 

Para tentar apagar de uma vez por todas essas dúvidas, vamos abrir nosso saldo bancário para você, caro leitor.  No começo de 2014, quando estávamos no início do processo de monetização do blog, cada um dos blogueiros do 360 ganhava entre R$ 600 e R$ 1200 por mês. Naquela época, para pagar as contas era preciso fazer frilas. Mas era o começo do trabalho, digamos, profissional do 360meridianos. Deu resultado: quando 2014 chegava ao fim, cada blogueiro ganhava R$ 4 mil por mês.

No segundo semestre de 2015 esse valor subiu bastante, tudo para cair de novo no começo de 2016: foi assim que descobrimos que blogs, como muitas outras empresas, têm alta e baixa temporada, que variam mais ou menos da mesma forma que o turismo nas regiões onde o blog é mais forte. 

Para resolver o problema e expandir o negócio, desde 2016 temos um salário fixo, que é pago para cada um sempre na mesma data. O que sobrar é guardado para segurar os salários nos meses mais fracos e ser reinvestido na empresa, uma espécie de caixa mesmo. Dessa forma, criamos também uma reserva suficiente para manter o blog por vários meses, em caso de crise. E um dos objetivos para 2019 é desenvolver um sistema de bônus trimestral, que será pago conforme metas forem atingidas. 

Há blogs de viagem que faturam mais de R$ 1 mi por ano. Mas, antes de ficar animado, lembre-se que isso não significa ficar milionário. Deduza os impostos, as despesas e divida o lucro: sobrará um blogueiro com um salário muito bom, principalmente num país onde a média salarial é baixa, mas ainda assim muito longe de poder ser considerado rico.

Quais são as contas a pagar?

Há quatro anos eu escrevi que o custo do 360meridianos se limitava aos impostos, que são proporcionais ao faturamento mensal, e a apenas R$ 1200 por mês. Hoje, com a organização financeira em ordem e cara de empresa, posso dizer que o 360 precisa de R$ 30 mil por mês para dar lucro. Veja bem: nessa conta estão nossos salários mensais, mas também outros custos que fomos adicionando ao longo dos últimos anos: 

  • Salário de um colaborador, contratado em 2017 e que nos auxilia desde então
  • Seguro saúde empresarial para todos os blogueiros
  • Serviços de envio de newsletters e notificações de push
  • Servidor e programador
  • Serviço de contabilidade 
  • Salário e INSS dos blogueiros
  • Taxas bancárias
  • Impostos
  • Verba para patrocínio de posts no Facebook e no Google
  • Verba para cursos e especializações 
  • Verba para serviços diversos e eventuais (Ubers necessários para trabalho, taxas de cartório, refeições, etc)
  • Verba para contratação de colunistas, como a coluna LGBTQI+, que começamos em 2017

Nesse meio tempo, também investimos na cara nova do blog – foi a primeira vez que pagamos uma empresa para pensar o layout do site – e resolvemos, aos poucos, expandir o negócio. Foi assim, com investimento do blog, que nasceu a Expedição 360, que levará pequenos grupos de viajantes para aventuras incríveis e únicas ao redor do mundo. A primeira viagem, para Portugal, será realizada em maio de 2019. E tem muita coisa nova programada para os próximos meses. 

Quando o faturamento mensal passa dos 30 mil, é lucro, que vai para o investimento da empresa. Se o valor dessa poupança supera o mínimo para termos um capital de segurança, podemos então reinvestir em novos projetos. E é deste excedente que sairá também os bônus trimestrais para o caso de atingirmos metas pré-determinadas. 

E a parte jurídica?

Foi só começar a ter dinheiro envolvido para que burocracias precisassem ser vencidas. A princípio, lá em 2014, tudo era feito pelas MEIs de cada um dos sócios, que antes já eram úteis para trabalharmos como frilas. Para quem não sabe, MEI é a abreviação para Microempreendedor Individual, uma pessoa que trabalha por conta própria e pode ter faturamento máximo de R$ 81 mil por ano, além de não poder ser sócio de outra empresa. Quem é MEI paga um pequeno valor fixo mensal, na casa dos R$ 50, e pode abrir contas bancárias empresariais e emitir notas fiscais, entre outros benefícios.

Como o 360 tem três sócios, logo vimos que a MEI não era a melhor saída. Optamos por abrir uma empresa normal. Desde 2015, a 360meridianos Ltda. tem sede em Belo Horizonte, CNPJ, conta bancária de pessoa jurídica, contador e toda a estrutura típica de uma pequena empresa.

Quer dizer, quase toda. Nem o escritório de contabilidade contratado para abrir e gerenciar a empresa entendia a natureza do nosso negócio. Precisei de algumas reuniões e muita conversa para explicar exatamente o que fazíamos e de onde vinha o dinheiro.

Além disso, esse é um negócio digital. Embora a empresa tenha um endereço legal (e pague taxas de fiscalização e incêndio todo ano), na prática o endereço do 360 é onde cada um de nós está. Trabalhamos de casa, de um hotel, restaurante, enfim, de qualquer lugar com internet. Com isso não gastamos nada com aluguel, material de escritório e nem mesmo com contas de telefone ou internet, já que usamos as de nossas próprias residências ou do hotel/hostel em que estivermos.

É isso! Este texto continuará sempre a ser atualizado, conforme o andar do 360meridianos. Dúvidas? Deixe um comentário!

Clube Grandes Viajantes

Gostou deste texto? O 360meridianos faz jornalismo de viagem profissional, completo e de qualidade. Com a pandemia, vimos o site entrar em risco. É que produzir conteúdo bem-feito dá trabalho – e custa caro. Infelizmente, não conseguimos escrever reportagens especiais, dicas de viagem completíssimas e histórias cativantes sem dinheiro.

Foi por isso que criamos o Clube de Assinaturas Grandes Viajantes, um espaço para apaixonados pelo 360meridianos, por viagens e por leitura. As contribuições de 9 ou 19 Reais garantem não só que consigamos continuar produzindo textos como este, mas também te prometemos diversas recompensas exclusivas: ebooks, lives, um grupo de discussão, um minicurso de escrita e muito mais! Venha fazer parte do Clube Grandes Viajantes.

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Rafael

Siga minhas viagens também no perfil @rafael7camara no Instagram - Quando criança, eu queria ser jornalista. Alcancei o objetivo, mas uma viagem de volta ao mundo me transformou em blogueiro. Já morei na Índia, na Argentina e em São Paulo. Em 2014, voltei para Belo Horizonte, onde estou perto da minha família, do meu cachorro e dos jogos do América. E a uma passagem de avião de qualquer aventura.

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324 comentários sobre o texto “Como ganhar dinheiro com um blog de viagem: o que aprendemos em 8 anos

  1. Oi Rafael! Saber como foi essa trajetória é motivador. Obrigada por compartilhar! Estou começando meu blog também, mas a principio é um hobbie 🙂 Queria entender melhor como funciona essa produção de conteúdo para terceiros, é financiado pela empresa ou você primeiramente monta a viagem e depois vende o conteúdo? A Sony pagou a viagem pra Europa ou ela já estava planejada e vocês encaixaram esse projeto? Abraços

    1. Oi, Bianca. No caso da Sony, a gente já tinha a viagem e ofereceu a cobertura para eles. Mas que fique claro que o patrocínio não arcou com todos os custos da viagem – apenas uma pequena parte. Mas ajudou.

      Hoje temos um conteúdo patrocinado que talvez sirva de exemplo melhor, que é o Origens BR: https://www.360meridianos.com/tag/origensbr

  2. Bom dia,
    Parabéns pelo blog e parabéns pelo post. Acredito que esclareceu dúvidas de muita gente.
    Veja se podem esclarecer minhas dúvidas. Eu e minha sócia estamos montando um blog de viagem, mas que terá outras abordagens também. Nós pretendemos também oferecer alguns serviços de agência de viagem. Duvidas: precisamos fazer algum registro como empresa ou não? Qual seria o registro, MEI? CNPJ?. Vc tem alguma sugestão de forma de pagamento para oferecemos aos clientes?Estamos em fase de planejamento e queremos gastar o mínimo possível.
    Desde de já, agradeço!

    1. Oi, Sandra. Podem informalmente começar como MEI, mas em algum momento, se passarem a vender, devem abrir um CNPJ mesmo. Para oferecer a função de agência de viagem é preciso que o CNPJ seja enquadrado nessa função e ter um cadastro, Cadastur, que é gratuito.

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