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Atlas: Alter do Chão, Pará, Brasil

O que fazer em Alter do Chão, no Pará: como organizar sua visita

Com mais de sete mil quilômetros de costa, quem poderia dizer que um dos melhores destinos de praia do Brasil seria, justamente, um destino de rio? Mas não foi sem motivo que o jornal britânico The Guardian nomeou as praias fluviais de Alter do Chão como as melhores do país, desbancando até mesmo a paradisíaca Fernando de Noronha. Alter tem inúmeras praias, igarapés e ilhas, a maior parte delas de areia branca e fininha, rodeadas pela exuberância e magia da natureza amazônica. As águas do Tapajós são cristalinas e mornas, e o rio é tão enorme que a gente até se esquece de que é rio mesmo.

Para te ajudar a planejar (e aproveitar bem) a sua viagem, preparei esse guia sobre o que fazer em Alter do Chão, repleto de dicas de atrações, as melhores praias, transporte, pousadas, hotéis e gastronomia local.

Coroca Alter de Chão

Como chegar em Alter do Chão

Localizado no oeste do Pará, Alter do Chão não é uma cidade, mas um distrito do município de Santarém. Fica a 1372 quilômetros de Belém, bem no coração amazônico, e é banhado pelas águas mornas do rio Tapajós. Por causa da distância dos grandes centros, a melhor maneira de chegar em Alter do Chão é desembarcar no Aeroporto de Santarém, que recebe voos da Latam, Azul e Gol partindo de Manaus, Belém e Brasília e está localizado a 33 quilômetros da vila.

De lá, basta pegar um dos táxis (entre R$70 e R$100) que ficam de prontidão na saída do aeroporto ou chamar um Uber (a corrida fica em torno de R$50). Quem preferir pode alugar um carro ali mesmo. Essa é uma boa opção para quem quer mais liberdade para se locomover pela região, muito embora a maior parte dos passeios seja feita de barco.

Veja o melhor custo/benefício para alugar um carro em Alter do Chão

Há também uma linha de ônibus que liga o aeroporto ao centro de Santarém (Shopping Rio Tapajós). Ali passam os ônibus que seguem para Alter do Chão. Essa opção, a mais econômica, não é recomendada para quem chega à noite ou carrega muita bagagem.

Quem tiver pique pode, ainda, encarar a travessia de barco saindo de Belém ou Manaus. Os trajetos duram, respectivamente, três e duas noites, e dispõem de acomodação em redes ou camarotes com ou sem banheiro. O valor varia de acordo com o nível de conforto. A opção mais simples, na rede, custa a partir de R$160.

Onde ficar em Alter do Chão

Por ser uma vila pequena, hospedar-se próximo ao centro de Alter do Chão é uma boa ideia. Quem busca isolamento e tranquilidade e estiver de carro pode procurar as pousadas instaladas em praias mais distantes.

Mochileiro

Don Preguiça Hostel: Tem quartos compartilhados e para a família, churrasqueira e cozinha de uso comum.

Custo/benefício

Pousada Vila Alter: Bonita e confortável, com quartos duplos e triplos e ótima avaliação dos hóspedes.

Mais conforto

Vila Arumã Pousada: Localizada a 15 minutos de caminhada do centro de Alter do Chão, oferece chalés charmosos e exclusivos com uma linda vista, para quem busca um cantinho especial para essa viagem.

Encontre todas as hospedagens em Alter do Chão

Quantos dias ficar em Alter do Chão

Alter do Chão é um daqueles destinos que parecem não se esgotar nunca. Há sempre uma praia fluvial, lagoa ou um lugar diferente para assistir aos deslumbrantes pores do sol da região. Mas já que se mudar para lá por uma temporada não é uma opção para a maior parte das pessoas, o aconselhável é reservar entre quatro dias e uma semana para explorar bem os principais pontos de interesse do local. Quem tiver mais tempo pode até mesmo pensar em um roteiro com dez ou doze dias, ideal para ver muito e ainda ter tempo de relaxar com uma cervejinha na beira do rio.

Qual a melhor época para visitar Alter do Chão

Embora possa ser visitada durante todo o ano, a vila e as atrações de Alter do Chão mudam drasticamente nas temporadas de seca e chuva. Na estação conhecida como verão amazônico, que vai de agosto a dezembro, a chuva dá uma trégua e, com isso, as praias fluviais emergem. Essa é também considerada a alta temporada, uma vez que a maior parte das pessoas está interessada mesmo é em se esparramar na areia e tomar banho de rio.

Já na metade chuvosa do ano, o inverno amazônico (de janeiro a julho), o nível dos rios sobe muito e as praias ficam encobertas. Essa época, no entanto, é quando melhor se pode observar a vida selvagem e fazer passeios como o da Floresta Encantada, uma parte da mata que fica submersa e cria canais com superfície espelhada dignas de um conto de fadas amazônico.

Banco, telefonia e internet em Alter do Chão

Muitos dos estabelecimentos voltados para o turismo aceitam cartão de crédito e débito em Alter do Chão. Há um caixa eletrônico 24h disponível em um mercado da vila. Se precisar de alguma agência dos principais bancos do país, será preciso ir para Santarém.

Recomenda-se levar um chip pré-pago da Vivo, caso essa não seja a sua operadora, uma vez que as demais companhias não têm um bom sinal na região (mas pegam em Santarém). Restaurantes e pousadas costumam oferecer acesso à rede wifi para os clientes.

O que fazer em Alter do Chão: as principais atracões

Para saber sobre os roteiros de barco que saem de Alter do Chão ou para contratar um serviço privado de transporte fluvial, entre em contato com a Atufa (Associação de turismo fluvial) pelo telefone: (93) 99231-8513, ou diretamente na sede da associação, no cais de Alter do Chão, ou ainda com agências de turismo locais.

  • Ilha do Amor: a praia mais famosa de Alter do Chão

Ilha do Amor em Alter do Chão

A pequena ilha localizada bem de frente para o calçadão de Alter é a mais famosa do lugar e uma das que garantiu à pequena vila tapajônica o título de “Caribe Amazônico”. E, de fato, há ali alguns requisitos de Caribe: a areia é branquinha, a água é morna e transparente e o rio tanto parece mar que chega a enganar a gente. Em alguns pontos, a distância entre as margens do Tapajós chega a 18 quilômetros.

Para chegar lá, é preciso pegar um barquinho no cais de Alter do Chão, travessia que dura poucos minutos e custa menos de R$ 5 por pessoa. As voadeiras fazem o trajeto em um minutinho, mas o charme fica por conta dos barcos a remo que preservam uma tradição deixada ali pelos portugueses. Nos fins de semana e feriados pode ser preciso disputar seu lugar nos quiosques. Prefira fazer a visita em dias mais tranquilos. Mas lembre-se: só dá para chegar até a Ilha do Amor no período de seca, de agosto a dezembro. No resto do ano, quando o rio se enche, a ilha fica completamente submersa. Quem a vê ali, tão vibrante e cheia de gente, jamais diria, não é mesmo?

  • Ponta do Cururu: o melhor pôr do sol da região

Alter do Chão - Pará

Essa estreita faixa de areia só surge em meio ao Tapajós quando o nível das águas atinge seu ponto mais baixo, mas é dali que se pode apreciar um dos mais bonitos pores do sol daquela área da Floresta Amazônica. O local leva o nome de uma espécie de sapo nativo da América do Sul e foi batizado assim por causa de uma grande rocha na praia, que lembra a forma do animal.

A Ponta do Cururu pode ser incluída como uma parada em diversos roteiros de barco que partem de Alter do Chão. Quem deseja ficar por ali por mais tempo pode contratar um transporte privado na Atufa (Associação de turismo fluvial). Não se esqueça de levar água, lanchinhos e bebidas, já que não há qualquer tipo de infraestrutura.

  • Lago Verde: passeio pela Floresta Encantada

Além de banhar a Ilha do Amor, o Lago Verde, formado pelas águas do Tapajós, abriga ainda outra grande atração de Alter: a Floresta Encantada, uma área de mata alagada que cria cenários um tanto quanto mágicos. Para chegar lá, é preciso pegar uma lancha até a entrada da floresta. O resto do passeio é feito em canoa e passa por igarapés estreitos que surgem entre a floresta semi-submersa. O nível do rio sobe tanto que os visitantes chegam a remar na altura da copa das árvores.

Durante o período de seca é possível chegar apenas até a primeira parte do percurso, onde a vegetação é mais aberta. Para adentrar o labirinto aquático da floresta é preciso visitar Alter do Chão durante o inverno amazônico.

  • Outras praias em Alter do Chão e proximidades

Há inúmeras praias fluviais em Alter do Chão. Algumas das mais famosas entre os visitantes são:

  1. Praia do Cajueiro: Fica a poucos metros do centrinho de Alter do Chão e do local de onde saem os barcos. Tem algumas árvores semi-cobertas pelo rio e quiosques com cerveja gelada.
  2. Praia de Pontas de Pedras: Fica entre Santarém e Alter do Chão, acessível pela Rodovia Everaldo Martins e, depois, mais 12 quilômetros de estrada de terra.
  3. Canal do Jari: É no encontro do Rio Tapajós com o Rio Amazonas. Repleto de Vitória Régias.
  4. Praia de Pindobal: Fica em Belterra e enche nos fins de semana e feriados. É uma das praias mais famosas da região.
  5. Praia de Aramanai: Para quem busca um lugar mais sossegado para curtir o Tapajós. Também em Belterra. Tem infraestrutura de pousadas e restaurantes no local.
  6. Praia de Cajutuba: Fica ao lado de Aramanai e é ainda mais vazia. Conta com apenas uma pousada e alguns quiosques.
  7. Praia de Maguary: Fica dentro da Floresta Nacional do Tapajós e a 45 quilômetros de Alter do Chão. Durante parte do ano se transforma em uma ilha.
  8. Igarapé de Jamaraquá: Outra praia fluvial que fica dentro da Floresta Nacional do Tapajós; durante as cheias é procurada por famílias de peixe-boi e várias espécies de aves e peixes.

Saiba mais: http://www.vemparaalter.com.br/praias-de-alter-do-chao/

  • Floresta Nacional do Rio Tapajós (Flona)

Uma das unidades de conservação mais importantes da Amazônia, a Floresta Nacional do Rio Tapajós tem grande importância para a preservação da biodiversidade e para o desenvolvimento de pesquisas científicas com as espécies nativas. Está localizada no Município de Belterra, a 50 quilômetros de Santarém, e acessível por via fluvial a partir de Alter do Chão ou de carro pela BR-163.

A entrada é gratuita e grupos com menos de 10 pessoas não precisam de autorização prévia. Por ali, há diversas trilhas que podem ser percorridas pelos visitantes, incluindo uma que leva até a vovózona, uma Samaúma Gigante com algo entre 900 e 1000 anos de idade. Essa trilha tem 14 quilômetros e, embora seja cansativa, é uma das mais famosas dentro da Flona. A região também é habitada por comunidades ribeirinhas e três aldeias indígenas Munduruku.

Mais informações: http://www.icmbio.gov.br/flonatapajos/

  • Visita às comunidades ribeirinhas do rio Arapiuns

rio Arapiuns criação de tartarugas

Já pensou ver de perto como vivem as comunidades ribeirinhas da Amazônia e ainda contribuir para o desenvolvimento local por meio do turismo de base comunitária? Em Coroca e outras comunidades à margem do rio Arapiuns isso é possível. Além de conversar com moradores e ouvir suas histórias, os visitantes têm a oportunidade de conhecer o artesanato feito com a técnica “Trançado do Arapiuns”, exclusiva da região, e famosa no Brasil e no exterior por sua qualidade e beleza, comprar peças diretamente das produtoras, comer no restaurante local e fazer trilhas pela comunidade.

Coroca conta ainda com uma criação de abelhas para produção de mel e um lago onde há a possibilidade de ver de pertinho as dezenas de tartarugas da Amazônia que vivem ali.

Para chegar a Coroca é preciso pegar um barco na Atufa (Associação de turismo fluvial), com um grupo mínimo de quatro pessoas. O passeio custa a partir de R$200 por pessoa, mas quanto mais gente, mais barato fica. Quem viaja sozinho ou em grupos pequenos pode tentar conhecer outros interessados lá na sede da Atufa. Quem sai de Santarém deve procurar os barcos que saem do Mercadão 2000.

São duas horas rio adentro para chegar a Coroca. O passeio completo dura o dia inteiro e inclui também paradas nas praias fluviais do rio Arapiuns até o pôr do sol. Também dá para dormir na comunidade agendando a hospedagem diretamente com a Dona Neiva, moradora dali, pelo telefone (93) 9181-6365.

Além dessa, as comunidades de Anã e Urucureá também têm estrutura para visitantes.

Leia também: Coroca: turismo de base comunitária no rio Arapiuns

  • Dance ao som do Carimbó

Se em Belém o brega domina as paradas de sucesso, no oeste do Pará o ritmo é outro. Filho da mistura de batuques africanos, dos paços miúdos das danças indígenas e das danças de roda e em casais dos Portugueses, essa música única é a trilha sonora de todas as festas populares de Santarém e Alter do Chão, em especial durante o Çairé, em setembro, e o Festival Folclórico de Santarém, em agosto. Para quem viaja em outras épocas, o Espaço Gastronômico (Rua Lauro Sodré, 74) oferece apresentações de Carimbó nas noites de sexta-feira.

Leia também: Çairé: fé e folclore amazônico em Alter do Chão

Bate e volta a Santarém: o que fazer por lá

Embora muitas das pessoas que passam por ali prefiram a tranquilidade da vila de Alter do Chão, a cidade de Santarém também tem algumas boas opções para visitar. Como a distância é curta, um bate-volta funciona bem.

  • Orla Beira-Rio e o Encontro das águas

Um passeio na Beira-Rio, a orla de Santarém, proporciona um camarote para um belo espetáculo: o encontro das águas azuis-esverdeadas do Rio Tapajós com as águas amarronzadas do Rio Amazonas. Nesse fenômeno, os rios continuam a correr lado a lado por vários quilômetros sem que se misturem. Isso ocorre por causa da diferença de temperatura e densidade entre eles. Há passeios de barco saindo tanto de Santarém quanto de Alter do Chão que levam até o ponto exato do encontro das águas.

Ali na Beira-Rio há também uma grande movimentação de barcos e pescadores. Esse é um ótimo lugar para ver de perto o dia a dia da cidade e, de quebra, ainda experimentar algumas delícias locais.

  • Mercadão 2000

Com quase 400 quiosques e áreas dedicadas a pescados, frutas regionais, verduras, artesanato e, em especial, plantas medicinais nativas com poder de cura comprovado para uma infinidade de males, o Mercadão 2000 é o principal centro de abastecimento do Baixo Amazonas. Esse é um passeio imperdível não apenas para entrar em contato com o dia a dia local, mas também para encher a mala de ingredientes típicos da Amazônia, como o Jambu, o feijão manteiguinha e outros.

  • Centro Cultural Cristo Rei

O nome é Centro de Artesanato do Tapajós, mas o lugar ganhou o apelido de Cristo Rei por causa de um antigo supermercado que funcionava no prédio. Dedicado à promoção da cultura local, ali você pode encontrar roupas, bijuterias, objetos de decoração, cerâmica, doces caseiros e lembrancinhas únicas produzidas por artesãos da região.

Endereço: Av. Barão do Rio Branco, 375

Culinária Tapajônica: o que provar em Alter do Chão?

O oeste do Pará tem sabores únicos, mesmo se comparado ao resto do estado. Por ali, o carro chefe é o Pirarucu, um dos maiores peixes de água doce do Brasil e um dos maiores do planeta, chegando a pesar três quilos. Outras espécies muito encontradas nos pratos típicos – ali o que não falta é peixe! – são o surubim, o tambaqui e o filhote, para muitos um dos pescados mais saborosos que existem. Tudo isso é sempre acompanhado de muito jambu, pra dar aquele tremelique na língua, e de piracuí, uma farofa (de peixe!) muito consumida na região amazônica.

Açaí em Alter do Chão

Outros pratos muito comuns no resto do Pará também estão sempre presentes, como o tacacá, o tucupi e a maniçoba. E, claro, o açaí. Se em Belém ele é consumido como acompanhamento das refeições com peixe frito, na região de Alter do Chão a frutinha amazônica é lanche ou sobremesa. É servido natural ou geladinho, com ou sem açúcar e acompanhado de farinha d’água, mas ainda muito diferente do preparo estilo sorvete que estamos acostumados mais aqui ao sul (e nada de banana e granola, senhores!).

Leia também: As delícias da culinária paraense

Onde comer em Alter do Chão (e Santarém)

  • Nossa casa: A dona Márcia sempre trata de dar um toque autoral nas receitas típicas da região. Resultado? Os pratos do Nossa Casa você não encontra em nenhum outro lugar. Um exemplo é o pesto de jambu, servido junto com uma massa. (R. São Cristóvão, 54 – Prainha, Santarém) 
  • Belo Alter: O restaurante do hotel serve comida regional preparada nas tradicionais panelas de barro pelos indígenas borari. Há ainda trilhas, uma praia fluvial e igarapés na propriedade. (R. Pedro Teixeira, 500, Alter do Chão) 
  • Ty: Com cardápio repleto de opções contemporâneas preparadas com ingredientes locais, o Ty tem um ambiente charmoso, relaxado e jovem. Os preços são bons e o jantar é sempre acompanhado de uma agradável apresentação de música ao vivo. (R. Lauro Sodré, 441 – Alter do Chão)
  • Casa do Saulo: Um dos restaurantes mais famosos da região, a Casa do Saulo é um daqueles lugares em que dá vontade de passar a tarde inteira. Não é à toa que já se transformou em uma das paradas obrigatórias dos turistas na região de Santarém. Além de pratos típicos saborosos, tem piscina, praia e um visual deslumbrante. (Rodovia Interpraias, S/N – Km 4 Curuatatuba – São Francisco do Carapanari, Santarém)
  • Piracaia: Localizado bem no centro de Santarém, o Piracaia é considerado um dos melhores restaurantes da cidade. Serve comida regional deliciosa, com preço justo, e algumas inovações. (R. Floriano Peixoto, 557 – Centro, Santarém)
  • Boto Sorveteria Artesanal: Na hora da sobremesa, não deixe de provar os sorvetes artesanais feitos com as frutas e sabores típicos da Amazônia, como o jambu, cumaru, taperebá e pirarucu defumado. Quem for mais conservador pode provar os mais tradicionais, como doce de leite, chocolate e cheese cake. (Av. Mendonça Furtado, 2653 – Aldeia, Santarém)

Sorveteria artesanal em Santarém

A viagem para Alter do Chão foi um convite da Secretaria de Turismo do Estado do Pará.
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Natália Becattini

Já chamei muito lugar de casa, mas é pra Belo Horizonte que eu sempre volto. Viajo o mundo em busca de histórias e de cervejas locais. Além do 360, mantenho uma newsletter sobre o a vida, o universo e tudo mais, que eu chamo de Vírgulas Rebeldes. Vira e mexe eu também estou procrastinando lá no instagram @natybecattini e no twitter.

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