Capitólio, MG: guia completo para conhecer o Mar de Minas

O nome que no máximo há cinco anos roda pelos sonhos viajantes do Brasil é Capitólio, mas esse destino turístico já é conhecido há décadas em Minas Gerais, só que de outras formas. É o Lago de Furnas ou, em seu apelido mais simpático, o Mar de Minas. Estamos falando de um conjunto de cânions, cachoeiras e paisagens lindas que se formaram após a criação da Usina de Furnas, na década de 1950, quando Juscelino Kubitschek era o governador mineiro.

Este texto é um guia completo para você organizar sua viagem para Capitólio e arredores. E, antes de mais nada, é bom entender o tamanho do atrativo: um dos maiores lagos artificiais do mundo, o reservatório de Furnas ocupa o território de 34 municípios. 

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Como chegar em Capitólio

Capitólio está a 280 km (4h) de Belo Horizonte. A viagem começa pela BR-262, a saída de BH sentido São Paulo, e passa por Contagem e Betim. Nesse ponto é preciso pegar a MG-050, passando por Mateus Leme, Itaúna, Divinópolis e Formiga. O único trecho duplicado é na BR, perto de Belo Horizonte, mas as duas estradas estão em ótimo estado. A MG-050 ganha uma terceira faixa, para ultrapassagem, de tempos em tempos. Há quatro pedágios, no valor de R$ 5,90 para carros, na rodovia estadual. Se vier direto do Aeroporto de Confins acrescente mais 40 km no roteiro.

A partir de São Paulo, o motorista enfrenta 440 km (6h) e do Rio são 630 km (9h). Há pedágios na viagem a partir das duas capitais.

Carro ou ônibus?

É possível ir de ônibus, a questão é ver se compensa. De Belo Horizonte quem opera o trecho é a Viação Gardênia, com passagens por R$ 94; de São Paulo é a União, com preços ainda mais salgados: R$ 145. Há agências de turismo com veículos fretados a partir dessas e de outras cidades do sudeste. 

O problema é que os atrativos de Capitólio estão distantes entre si e afastados do centro da cidade, ao longo do Lago de Furnas. Até dá para conhecer a região sem carro, mas você vai gastar com tours para conseguir alcançar os lugares e ficará limitado aos roteiros e horários disponíveis. Some isso com o alto preço das passagens e acho que só vale ir de ônibus para quem viaja sozinho ou, óbvio, não pode dirigir. 

Nos outros casos, ir de carro compensa mais, inclusive financeiramente. Eu aluguei um veículo em Belo Horizonte. Quatro diárias custaram, já com todos os seguros, R$ 390 (some o preço das passagens de ônibus para duas pessoas, ida e volta, e vai dar esse valor). Além disso, gastamos R$ 250 em combustível. 

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Cachoeira Lagoa Azul

Quando ir a Capitólio: melhor época

O mais importante é evitar a época de chuvas, que atrapalham o passeio. Outra coisa que pode alterar a viagem é o frio. O inverno por ali não chega a ser rigoroso, mas pode fazer com que só os menos friorentos se arrisquem a entrar na água. 

O período de seca vai de maio a agosto; as chuvas começam em outubro e seguem com força até março. É por isso que abril, outubro e (principalmente) maio e setembro, quando chove menos e não é inverno, costumam ser apontados como os melhores meses para uma viagem até Capitólio. 

Vai nas férias de julho? Esteja preparado para enfrentar o friozinho do inverno. Vai nas férias de verão? Convém não fazer viagens muito curtas, evitando assim que um dia de chuva atrapalhe completamente o roteiro. Nessa época, atenção e muito cuidado com trombas d’água. O período de chuvas tem também seus pontos positivos – o turista encontra cachoeiras mais bonitas, lago mais cheio e vegetação mais verde. 

cânions de capitólio vistos de um barco

Quantos dias ficar

Por conta da distância e do grande número de atrações, acho que o ideal é ter pelo menos três ou quatro dias inteiros. Até dá pra ver muita coisa num fim de semana, mas vai ser uma visita corrida e que vai deixar o melhor – relaxar sem pressa nas cachoeiras – de fora.

Mas ir com mais tempo tem seu lado negativo: Capitólio lota em feriadões. Por isso, o melhor é tirar uns dias de folga e emendar com o final de semana, mas longe dos feriados. Como isso nem sempre é possível, esteja preparado para enfrentar filas e encontrar lugares lutados caso vá num feriadão. 

Tem mais do que três dias? Melhor ainda! Com cinco dias é possível dar um giro por praticamente todos os atrativos mais importantes; quem tem mais tempo consegue combinar o Lago de Furnas com a Serra da Canastra, que está ali pertinho. 

Roteiro em Capitólio: os principais atrativos

O Mar de Minas a partir da água

O programa mais procurado de Capitólio é, sem dúvidas, o passeio de barco. Há várias opções: é possível ir de catamarã, barco com mais passageiros e mais lento, ou de lancha, acompanhado por cerca de 10 passageiros – e também dá para agendar um tour privativo. A duração e o roteiro do passeio variam, podendo ocupar somente a manhã ou o dia inteiro, com algumas pausas para banho e uma de almoço.

Optamos pelo tour de lancha de sete horas, que custou R$ 160 por pessoa. Saímos às 10h, de Escarpas do Lago (há tours que saem de outros lugares e o principal ponto é nos arredores da Ponte do Rio Turvo). O roteiro começou na Lagoa Azul, onde há uma pequena queda d’água e um bar flutuante – essa é a primeira parada para banho. Em seguida fomos até o Vale dos Tucanos, a Cascatinha e chegamos, enfim, aos Cânions de Furnas, que são o ponto alto da região, seja por cima, dos mirantes, seja ali por baixo, de dentro d´água.

Nesse local é feita a segunda parada para banho, de longe a melhor. Se optar por um tour privativo, gaste a maior parte do seu tempo ali. Depois, seguimos para o almoço num restaurante de frente para o lago. E ainda houve tempo para mais uma parada num bar flutuante, com outra cachoeira compondo o visual.  

O que fazer em Capitólio MG

As principais cachoeiras de Capitólio para visitar a partir da estrada

  • Paraíso Perdido – Quase 20 piscinas naturais e oito quedas d’água. Fica na MG-050 e depois de chegar na entrada são cerca de 3 km de estrada de terra. Tem estacionamento e estrutura turística, incluindo banheiros. A entrada custa R$ 40. 
  • Cachoeira da Capivara e da Pedra Ancorada – As duas cachoeiras ficam no mesmo complexo. Entrada também pela MG-050, com uma curta estrada de terra. Custa R$ 25. 
  • Trilha do Sol – Várias cachoeiras e quatro quilômetros de trilhas. A entrada fica também na rodovia, mas antes da Ponte do Rio Turvo e um pouco mais próxima de Capitólio. Custa R$ 45. 
  • Cachoeira Lagoa Azul – Uma das mais bonitas de Capitólio. Os passeios de barco param na parte inferior dela, onde há um bar flutuante, mas a beleza mesmo está morro acima. Para aproveitar com calma, o melhor é ir ao local pela MG-050. Custa R$ 40. 
  • Pedreira Lagoa Azul  – Lugar lindíssimo e que exige 4×4. Nós demos azar: foi só chegar lá e o tempo fechou e começou a chover. Mas vale a viagem. 
  • Cachoeira do Filó – Próxima ao Mirante de Furnas e já numa cidade vizinha, São João Batista da Glória. Tem uma piscina de águas claras relativamente grande. 
  • Cachoeira Diquadinha – Cachoeira que fica ao lado do Mirante dos Cânions. Pode ser alcançada a pé e o ingresso (R$ 20) do mirante também garante essa entrada. 

Pedreira Lagoa azul

Pedreira Lagoa Azul em dia de chuva

Mirantes e mais passeios

Se o passeio mais legal de Capitólio é de barco, nenhum ponto turístico é mais concorrido que o Mirante dos Cânions, de onde a cada fim de semana milhares de turistas garantem cliques para o Instagram. O Mirante fica na MG-050, perto da entrada de outras cachoeiras, e visitá-lo custa R$ 20 – dá pra pagar com cartão. Há estacionamento, lanchonetes improvisadas e alguma estrutura de apoio e segurança, mas tudo ainda é muito provisório.

Não se espante ao descobrir que a fila para alcançar o mirante pode ser gigantesca. Nesse caso, uma dica: dá pra evitar a maior fila simplesmente abrindo mão de ir exatamente ao local de onde todas as selfies (iguais) são tiradas. Fomos num domingo e encontramos cerca de 20 pessoas na nossa frente. Foi o suficiente para optarmos por fotos de outros pontos do mirante, todos sem fila. Fica tão bom quanto. 

Mirante dos Cânions, com rio abaixo e barquinhos

Mirante dos Cânions

Também vale observar a Usina de Furnas, que quando foi projetada produzia 1/3 da energia consumida no Brasil, embora hoje não esteja entre as mais importantes do país. Há dois mirantes ali, um de cada lado da represa. 

Quem se hospedar em Escarpas do Lago, um condomínio fechado em Capitólio, pode subir até o Restaurante Mirante de Escarpas, que não é o lugar mais gostoso para comer, mas tem a vista da foto abaixo. Nessa mesma linha há o Morro do Chapéu, ponto mais alto da região, com 1200 metros – eu não fui, mas vários tours de 4×4 levam até lá. Por fim, outra dica de passeio (que infelizmente não fiz) para ver o Lago de Furnas de alto é o balonismo. Saiba mais aqui

Capitólio mesmo não tem muitos pontos turísticos. Há uma orla bonitinha e um centrinho com alguns casarões históricos e uma igreja. Vale ao menos conhecer rapidamente, mas esse não é o foco da viagem. 

escarpas do lago, capitólio

Serra da Canastra

Embora parte do lago de Furnas esteja dentro da área do Parque Nacional Serra da Canastra, para conhecer as belezas dessa área é preciso viajar até São Roque de Minas, que está a 90 km de Capitólio. Várias agências oferecem passeios de bate-volta para lá. Eu não fiz e acho que o ideal, por conta da beleza da área, é passar algumas noites na região. Se não for possível, quem tem pelo menos cinco dias inteiros em Capitólio já pode pensar em fazer o bate-volta. Com menos tempo, fica grande a correria e você não conhece direito nenhuma das regiões. 

Organizando o roteiro de 3 ou 4 dias

Do ponto de vista da organização eu faria assim: no primeiro dia inteiro em Capitólio o passeio de barco mais longo; nos dias seguintes cachoeiras diversas e o mirante. Não acho que o passeio de 4×4 de dia inteiro compense para quem está de carro, já que o único local que o tour tradicional passa e que não é acessível em veículo comum é a Pedreira Lagoa Azul. Dá para ir até o Mirante dos Cânions de carro próprio e ali mesmo contratar um transfer de 4×4 apenas para a Pedreira, um tour que fica mais curto e barato (R$ 80, o 4×4 de dia inteiro sai por R$ 160). 

Além disso, uma dica importante envolve como gastar as metades de dia. Se você chegar em Capitólio até o começo da tarde, escolha um atrativo ao longo do MG-050 é vá direto pra ele, antes mesmo de ir para o hotel. Isso é especialmente importante se seu hotel for na cidade ou perto dela, e portanto longe das atrações. Se você seguir direto para o hotel e tiver que voltar depois, vai sobrar pouco tempo para aproveitar esse primeiro dia. Eu iria para o Mirante dos Cânions. O ingresso ali garante não só a vista mais bonita de Capitólio, mas a visita numa cachoeira ao lado do Mirante, a Diquadinha.

Cachoeira de Capitólio

Cachoeira que fica ao lado do Mirante dos Cânions 

Na data da volta, faça check-out, separe suas coisas e vá curtir as cachoeiras até a hora do almoço. Depois é só pegar a estrada. 

Então o roteiro ficaria assim: 

  • Dia 1 (se você tiver só a parte da tarde): Mirante dos Cânions e Cachoeira Diquadinha
  • Dia 2: Passeio de lancha longo, retornando ao pôr do sol
  • Dia 3: Paraíso Perdido, Trilha do Sol, Cachoeira da Capivara, Pedreira ou o atrativo de sua preferência
  • Dia 4 (se você tiver que pegar estrada à tarde): Cachoeira Lagoa Azul

Pedrinhas em cachoeira de água verde

Quanto custa viajar para Capitólio 

Saímos de Belo Horizonte numa quinta-feira pela manhã e começamos a viagem de volta no domingo, às 15h. Portanto, foram três diárias em hotéis, quatro diárias do carro e refeições e passeios para quatro dias. O gasto total foi de R$1507 para cada um – viajei com minha namorada. Nessa conta estão incluídos os seguintes valores, todos por pessoa, ou seja, já divididos por dois.

  • R$ 430 em refeições e bebidas – comemos em restaurantes em todos os dias da viagem;
  • R$ 197 do aluguel do carro;
  • R$ 400 em passeios, incluindo o de lancha, o de 4×4 e entradas em cachoeiras;
  • R$ 125 em combustível.
  • R$ 332 nas diárias da pousada;
  • R$ 23,50 em pedágio. 

Dá tranquilamente para gastar bem menos. Para isso, basta economizar em algumas refeições ou procurar uma  hospedagem mais econômica. Também fica mais barato se a viagem for em grupo maior, dividindo por mais pessoas os valores de aluguel do veículo, pedágios e combustível, ou se você for de carro próprio. Como eu já disse, um dos passeios, o de 4×4, também é dispensável para quem vai de carro. 

barco navega pelo Lago de Furnas ao pôr do sol

Por outro lado, os preços podem subir na alta temporada, principalmente os dos hotéis. Em todo caso, acho que dá para imaginar uma viagem econômica, sem grandes apertos, com R$1000 por pessoa.

Dica importante: Leve parte do dinheiro em espécie. Mesmo que pagar as contas com cartão não seja mais tão difícil, há lugares que não aceitam esses métodos. E sacar dinheiro na região ainda é tarefa complicada. 

Compras

Há três produtos que merecem um lugar na bagagem: queijos diversos, em especial o da Serra da Canastra, doces típicos mineiros e artesanato. Para queijos e doces, uma parada tradicional entre viajantes é o Empório Queijos Califórnia, que fica na MG-050. Na mesma rodovia está o Chalé do Queijo, enquanto a Capitart, a Associação de Artesãos de Capitólio, fica bem na entrada da cidade. 

Dicas de hotéis em Capitólio

A estrutura turística de Capitólio não é das melhores, é verdade, mas também passa longe de ser ruim como dizem por aí – muita coisa mudou e melhorou nos últimos anos. Em termos de hospedagem, a decisão mais importante é na localização, não hotel: ficar no centro ou mais afastado? Se for fora da cidade, vale ficar num condomínio fechado, tipo Escarpas do Lago, ou nos hotéis perto da estrada e de onde saem os passeios, na altura da Ponte do Rio Turvo? 

Cada endereço tem suas vantagens e mesmo Capitólio não é a única opção de cidade no Lago de Furnas, que é enorme. Em todo caso, acho que há algumas dicas básicas: 

  • Fique no centro se você estiver sem carro e precisar economizar na hospedagem;
  • Fique em Escarpas do Lago (ou outro condomínio perto do centro) se você quiser tranquilidade, mas sem grandes deslocamentos até a cidade, na hora das refeições;
  • Fique na rodovia, perto da Ponte do Rio Turvo, se estiver de carro, não se importar de pegar estrada à noite, para jantar, e quiser ficar na cara do gol, digo, da cachoeira. 

Com isso em mente, algumas opções de hospedagem em Capitólio, para todos os bolsos e gostos: 

  • Escarpas Eco Village, que foi onde ficamos. Está dentro de Escarpas do Lago, um condomínio fechado a 10 minutos de carro do centro de Capitólio. Tem piscina, equipe muito atenciosa, café da manhã ótimo e, o melhor, está pertinho do lago e a dois minutos a pé do mercadinho do condomínio e de um restaurante, o Huds. O custo/benefício é ótimo. 
  • Pousada Cachoeira Lagoa Azul – fica na MG-050, bem perto do Mirante dos Cânions. Tem vista linda, chalés simpáticos e dentro da propriedade está uma das cachoeiras mais bonitas da região. 
  • Balneário do Lago Hotel – Outro hotel na MG-050, perto das cachoeiras, mas a 30 km da cidade. Boa opção para quem não precisa economizar e está de carro. 
  • A Pousada Bougainville fica no coração de Capitólio. É uma opção bonitinha e com custo/benefício legal para quem está sem carro e por isso prefere ficar no centro. 
  • Casarão Hostel – a alternativa mochileira no centro da cidade, perto de bares e restaurantes. 

mulher observa cachoeira a partir de barco

Dicas de restaurantes 

Anote aí: o prato imperdível de Capitólio é tilápia recheada com queijo da Serra da Canastra. Comemos duas vezes, uma no Chico Pintado, restaurante localizado dentro do Condomínio Escarpas do Lago, e outra no Restaurante do Turvo, de frente para o local de onde saem muitos dos passeios de lancha. Os dois estavam maravilhosos. O do primeiro era melhor; o do segundo mais bem servido.

Se ficar em Escarpas, o Huds é o outro restaurante da região – a entrada no condomínio não é somente para moradores ou quem estiver hospedado lá. Por fim, em Capitólio mesmo há vários restaurantes, muitos deles frutos do boom turístico recente. Também há opções ao longo da MG-050, mas a maior parte desses estabelecimentos funciona apenas para almoço. 

Paradas tradicionais durante o passeio de barco, os bares flutuantes têm fama ruim: cansei de ler que são lotados e caros. Confesso que não vi isso. Estavam cheios, mas nada que incomodasse. Em feriadões essa situação pode ser diferente. Os preços, se não são baratinhos, estão na mesma prateleira de qualquer beira de praia Brasil afora. 


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Rafael

Quando criança, eu queria ser jornalista. Alcancei o objetivo, mas uma viagem de volta ao mundo me transformou em blogueiro. Já morei na Índia, na Argentina e em São Paulo. Em 2014 voltei para Belo Horizonte, onde estou perto da minha família, do meu cachorro e dos jogos do América. E a uma passagem de avião de qualquer aventura. Siga minhas viagens também no instagram, no perfil @rafael7camara no Instagram

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