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Atlas: Bariloche, Argentina

Onde ficar em Bariloche: dicas de hotéis e regiões

Todos os viajantes, dos mais econômicos aos mais luxuosos, têm opções de onde ficar em Bariloche. É que com uma malha hoteleira diversificada, que contempla vários tipos de bolsos e estilos de viagem, Bariloche está bem preparada para aguentar o fluxo de turistas, mesmo em alta temporada. No entanto, os preços variam de acordo com a demanda. Durante a temporada de neve e esqui, quando os quartos disponíveis tendem a se esgotar rapidamente, as tarifas serão obviamente mais salgadas, por isso reserve com antecedência.

Por ser uma cidade pequena, não há muito erro na hora de escolher a hospedagem. De forma geral, você terá duas alternativas de regiões para ficar em Bariloche:

  • o centro da cidade
  • as charmosas cabanas e hotéis de luxo da beira do lago Nahuel Huapi.

O que vai influenciar mais na decisão é o tipo de hospedagem que você procura e o seu estilo de viagem. Veja agora as vantagens de cada uma delas.

Veja também: 
O que fazer em Bariloche: dicas de atrações
Quanto custa viajar para Bariloche?

Seguro de viagem para a Argentina

Contratar um seguro de viagem é essencial, ainda que seja para países tão próximos quanto a Argentina. Por mais que seja perto de casa, o melhor é viajar protegido para não sofrer com os imprevistos.

Se você pretende esquiar, é preciso contratar um seguro que tenha cobertura para esportes radicais A boa notícia é que é possível contratar um bom seguro de viagem gastando cerca de 15 reais por dia. Para isso, recomendamos utilizar um buscador como o do Seguros Promo, que compara as principais seguradoras e garante que você encontre o melhor custo-benefício, de acordo com suas necessidade.

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Onde ficar em Bariloche: Centro Cívico e arredores

Centro de Bariloche

Quem vai sem carro ou em família vai preferir ficar no centro de Bariloche. Em geral, essa é também a escolha de quem vai pela primeira vez à cidade, por ficar perto de tudo. Dali, você vai caminhar para lojas, restaurantes, agências de viagem, pontos de ônibus, bares e boates. Alguns dos hotéis oferecem até mesmo vistas incríveis do lago e da montanha. A região é ideal para quem não abre mão de ter tudo por perto e também para quem vai a Bariloche em busca não apenas de neve e paisagens bonitas, mas de um pouco de agito. Se você procura preços mais em conta, também é no centro que deve ficar.

Mais bem localizada ainda é a pequena área do centro cívico e seus arredores. Próximas às charmosas casinhas de medra e madeira estão todas as principais lojas, cafés e restaurantes da cidade. No verão e na alta temporada de inverno, no entanto, essa área recebe grupos de adolescentes em viagens de formatura, o que acaba tornando a estadia um pouco conturbada. Se você vai para lá nesses períodos, o melhor a fazer para garantir tranquilidade é perguntar se o hotel recebe esses grupos escolares.

Por isso, a tranquilidade é uma vantagem para quem prefere se hospedar no centro, mas em partes um pouco mais afastadas da área cívica. Como a cidade não é lá muito grande, você ainda vai conseguir se locomover a pé, mas vai pagar menos na diária e se ter um cantinho para se refugiar das multidões de turistas.

Veja algumas dicas de hotéis para ficar no centro cívico de Bariloche:

Encontre mais hotéis no centro de Bariloche

Cerro Catedral e Av. Bustillo: Hospedagem na beira do lago em Bariloche

Lago Bariloche

Se o que você procura é tranquilidade, bucolismo, uma pitada de romance e vistas de tirar o fôlego, a alternativa é se hospedar nos quilômetros ao longo do Lago Nahuel Huapi que levam ao Cerro Catedral, a famosa estação de esqui da cidade. A região é longe do burburinho turístico e conta com uma estrutura de hotéis mais moderna que os do centro.

No entanto, ao ficar nessa área, fique ciente que seu acesso ao transporte público da cidade será restrito. Por isso, a alternativa é alugar um carro ou abusar dos táxis (que não são nada baratos na região). Por ali também é mais fácil conseguir quartos em alta temporada, já que os hotéis do centro tendem a lotar primeiro. Além de alguns hotéis de luxo e apartamentos nas proximidades do cerro, também dá para alugar simpáticas cabanas e bangalôs para ter uma experiência mais privativa e autêntica da região. Ideal para quem viaja de casal ou em família e não tem medo de pegar no volante.

Veja hotéis para ficar às margens do lago de Bariloche:

Encontre mais hotéis nessa região de Bariloche

Onde ficar em Bariloche: mais dicas de hotéis

Onde ficar em Bariloche: Hostel Inn

Na minha estadia em Bariloche, eu me hospedei no Hostel Inn. Em alta temporada, as diárias dos quartos coletivos estavam saindo a cerca de 60 reais (230 pesos – mas esse valor pode mudar em virtude do câmbio e da inflação na Argentina), com café da manhã e jantar incluídos no preço. Sim, a janta é boca livre! Não esperem um banquete, a comida é simples, porém saborosa, e te ajuda a economizar uns bons bocados naquela cidade cara que é Bariloche.

Onde ficar em Bariloche

Localizado no centro da cidade, a poucos minutos de caminhada da Calle Bartolomé Mitre, a mais importante de Bariloche, o lugar é limpinho, com estrutura nova e bem cuidado. O principal atrativo, no entanto, é a vista. Como está no alto de um morro, a fachada do Hostel Inn dá de cara pro lago e pras montanhas. E como eles não são bobos nem nada, construíram um janelão de vidro pra gente apreciar a paisagem enquanto toma o café da manhã. E o lugar ainda tem uma varadinha que deve ser incrível para relaxar quando as temperaturas permitem passar mais tempo ao ar livre.

O jantar é servido em outro hostel do mesmo grupo, que fica a poucos metros de distância, na mesma rua. O Marcopolo II é outra opção de hospedagem econômica na cidade. Embora não tenha aquela janela de vidro com a vista incrível do Hostel Inn, o lugar possui um bar com mesa de sinuca e é ponto de encontro dos mochileiros em Bariloche. Ambos os hostels pertencem à rede Hosteling International.

E você? Tem mais dicas de onde ficar em Bariloche? Conta pra gente nos comentários.

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*A hospedagem no Hostel Inn foi uma cortesia da empresa


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Natália Becattini

Jornalista, escritora e mochileira. Viajo o mundo em busca de histórias e de cervejas locais. Já chamei muito lugar de casa, mas é pra BH que eu sempre volto. Além do 360, mantenho uma newsletter inconstante, a Vírgulas Rebeldes, na qual publico crônicas e contos . Siga também no instagram @natybecattini e no twitter.

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