Não é exatamente fácil decidir o que fazer em Florença, afinal, há infinitas possibilidades de ver obras de arte, joias arquitetônicas e comida de primeira. Poucas cidades no mundo são tão parte do imaginário popular em termos históricos e culturais quanto essa beleza italiana.
Para ajudar no planejamento do seu roteiro, preparamos um guia completo com as principais atrações de Florença, divididas num roteiro de 2 dias, mas com opções para quem tem só 1 dia ou quem consegue esticar para 3 ou mais. Também damos dicas de onde comer e onde ficar ao longo do texto!
Viajando para Florença? Então leia também:
- Onde ficar em Florença: dicas de regiões e hotéis
- Seguro viagem Florença: qual contratar?
- Roteiro de 7 dias na Toscana
- Viagem de carro na Toscana, Itália: como alugar o veículo
- Como sair dos Aeroportos de Florença e Pisa para o centro
Quantos dias ficar em Florença, Itália?
Você vai precisar de tempo para conseguir absorver tudo o que Florença tem para oferecer. Mais ainda, se quiser fazer da cidade de base para explorar mais a região da Toscana. O ideal é ficar pelo menos 2 dias inteiros – e deixar outros dias para bate-voltas a lugares como Pisa, Siena ou outras cidades da Toscana.
Se você tiver só 1 dia, basta seguir o nosso roteiro do dia primeiro dia, que concentra um geralzão da cidade. . Com 2 dias, dá para aprofundar nos museus e nas igrejas. E se você conseguir um terceiro dia, o Oltrarno (o outro lado do Arno) e arredores merecem uma exploração mais calminha.
Tenha em mente que uma das melhores atrações de Florença é simplesmente caminhar pelas ruas e ver suas belezas. Vale até fazer o mesmo passeio de manhã e à noite: quando as cores mudam e a iluminação transforma o cenário por completo.

Como Montar seu Roteiro em Florença para 1, 2 ou 3 dias
Abaixo, um sumário do roteiro para quem tem 1, 2 ou 3 dias em Florença.
| Dias | Roteiro | Dica de viagem |
|---|---|---|
| 1 dia (o essencial de Florença) | Manhã: Duomo + Torre de Giotto + Batistério + Piazza della Repubblica + Mercato Nuovo Almoço: I’ Girone De’ Ghiotti Tarde: Piazza Signoria + Palazzo Vecchio + Ponte Vecchio + Palazzo Pitti Noite: Ponte Santa Trinitá + Via de Tornabuoni + jantar no Mercato Centrale | Reserve o Brunelleschi Pass com antecedência para garantir a entrada no Duomo: os horários da cúpula esgotam rápido, especialmente no verão. |
| 2 dias (museus e igrejas) | Manhã: Galeria Uffizi ou outro museus (manhã inteira) Almoço: Mercado de San Lorenzo Tarde: Caminhada pelo centro + igrejas (San Lorenzo ou Santa Croce) Pôr do sol: Piazzale Michelangelo Noite: All’Antico Vinaio ou Eataly Firenze | Reserve os ingressos da Galeria Uffizi: os ingressos esgotam com frequência. O combinado Uffizi + Accademia vale a pena se quiser ver o Davi de Michelangelo também. |
| 3 dias (Oltrarno, museus ou arredores) | Dia 3: Mais museus, região de Outrarno ou bate-volta pela Toscana | Para explorar a Toscana, o mais prático é contratar um tour organizado saindo de Florença: consegue ver 3 cidades em 1 dia sem se preocupar com transporte. |
O que fazer em Florença em 1, 2 ou 3 dias
Abaixo, detalhamos passo a passo, como é a visita a todas as atrações de Florença, incluindo dicas, curiosidades e histórias.
O Que Ver em Florença em 1 dia: O essencial de Firenze
- Manhã: Duomo di Firenze (Catedral Santa Maria del Fiore), Torre de Giotto e o Batistério + Piazza della Republica + Mercato Nuovo
- Almoço: I’ Girone De’ Ghiotti
- Tarde: Piazza Signoria + Palazzo Vecchio + Ponte Vecchio + Palazzo Pitti e Jardins Bobolli
- Noite: Ponte Santa Trinitá, Via de Tornabuoni
- Jantar: Mercato Centrale
Catedral Santa Maria del Fiore
Comece seu passeio no principal cartão postal da cidade: o Duomo di Firenze, ou melhor, a catedral Santa Maria del Fiore. É a maior igreja da cidade e a famosa cúpula, construída por Filippo Brunelleschi, é um grande obra de engenharia – ele se inspirou no Panteão, em Roma. Você pode entrar na Igreja de graça, basta enfrentar a fila.


Saiba mais: Como é a visita ao Duomo, Torre e Batistério da Catedral de Santa Maria del Fiore
Na praça que fica a Igreja também estão a Torre de Giotto e o Batistério (as portas são obras de arte incríveis). Todos são patrimônios mundiais da Unesco.
Dá para subir no alto da Torre de Giotto e da Cúpula do Duomo comprando o Brunelleschi Pass, que inclui ainda a entrada no Batistério, no Museo dell’Opera del Duomo e nas criptas da igreja. O passe tem validade de 72 horas, então você pode distribuir as visitas ao longo da estadia.
Reserve com antecedência, especialmente em alta temporada: as filas podem ser imensas. Você pode comprar o Brunelleschi Pass pelo GetYourGuide ou pela Civitatis, que incluem o acesso à cúpula com horário marcado e evitam a fila da bilheteria.
Dica: Se for no verão, priorize a subida da cúpula no primeiro horário da manhã. Lá dentro o calor pode ser intenso, e a espera na fila no sol não é nada agradável.

Piazza della Republica
Depois dessa visita, siga para a Piazza della Republica, local onde ficava o antigo Fórum Romano. Ali há uma maquete que indica como era Florença naquela época. Após era romana, durante a Idade Média, essa região mudou muito e virou uma área densamente povoada e com grande fluxo de pessoas, onde chegou a funcionar, até o século 16, um importante mercado conhecido como Mercato Vecchio.
Mas essas construções medievais foram todas derrubadas a renovação da praça. A obra marcou a proclamação de Florença como capital da Itália. Hoje, o que se encontra lá é um arco enorme, uma coluna e, em volta, vários cafés, artistas de rua e um carrossel.
Mercato Nuovo

A 200 metros dali, está o Mercato Nuovo, construído no século 16 para substituir o antigo. Hoje, o lugar é voltado para o comércio de couro. É ali que fica uma curiosa estátua de javali conhecida como Il Porcellino.
A superstição do século 18 garante que quem passa a mão no focinho dele voltará a Florença em algum ocasião. E se você colocar uma moeda na boca dele e ela cair dentro da fonte, terá boa sorte. A estátua tem o focinho já desgastado de tanta gente que vai lá passar a mão no bicho.
Mas calma, hoje em dia ninguém está estragando uma obra de arte: a estátua original está localizada no Museu Bardini.
Almoço: I’ Girone De’ Ghiotti ou All’Antico Vinaio
Para a hora do almoço minha sugestão é uma das famosas sanduicherias de Florença.
Devido à localização, minha sugestão pessoal é que você vá comer no maravilhoso I’ Girone De’ Ghiotti. O espaço pequeno faz sanduíches incríveis de produtos locais, diversos sabores a preços muito convidativos. Foi de longe a melhor refeição que fiz em Florença.


E não sou só eu que digo isso, o espaço está em um dos primeiros lugares no TripAdvisor. Uma dica: você pode pegar o sanduíche para levar e comer numa praça ou pode subir e tentar uma das mesinhas no andar de cima.
Outra opção é o famosíssimo All’Antico Vinaio, na Via dei Neri (eu sugiro novamente para o jantar no segundo dia). Por ali as filas são grandes, mas o sanduíche (chamado de schiacciata) vale cada minuto.
Piazza Signoria
Se você não quer pagar para entrar num dos museus, a Piazza Signoria fará o trabalho. Lá fica um réplica perfeita do Davi de Michelangelo.


Além disso, também há uma grande coleção de esculturas, de artistas como Giambologna, Donatello, Bandinelli, Cellini, entre outros.
Palazzo Vecchio

Essa praça é onde fica o Palazzo Vecchio, que abriga um museu e a prefeitura da cidade. Lá dentro fica o incrível Salão dos Quinhentos, construído em 1494, com 1200 metros quadrados com esculturas e pinturas.
Inicialmente foi encomendado para que Leonardo da Vinci e Michelangelo fizessem painéis no salão, mas nenhum dos dois terminou o trabalho.
Dentro do palácio também ficam outros salões ricamente decorados. A visita dura cerca de 1h30, então se você tiver interesse, recomendo entrar. Compre aqui o ingresso com antecedência e audioguia.
Ponte Vecchio
Siga pela Piazzale degli Ufizzi (deixe para visitar o museu, se você quiser, no dia seguinte!) para a Ponte Vecchio.

A ponte é a mais antiga de Florença e tem lojas que se estendem por todo o caminho, dos dois lados. No inicio, essas lojas eram ocupadas por açougueiros, mas em 1593 a família Medici, incomodada com o mal cheiro do local, proibiu os açougues.
No lugar, mercadores de ouro e jóias se instalaram ali. Até hoje são essas as lojas que você encontra por lá.
Corredor Vasariano
Outra coisa interessante na ponte, e que não pode ser visitada por todo mundo, é o Corredor Vasariano, construído por Georgio Vasari a mando de Cosimo I de Medici, em 1565.
É uma passagem secreta que liga o Palazzo Vecchio ao Palazzo Pitti, passando pela Galeria Uffizi e, claro, por cima da Ponte Vecchio. O objetivo era permitir que os nobres pudessem cruzar de suas casas até o palácio do governo sem o risco de levarem uma facada de algum cidadão descontente no caminho. Ali dentro fica uma coleção de quadros de grandes artistas.
O Corredor Vasariano reabriu ao público em dezembro de 2024, após oito anos de restauro. As janelas do corredor oferecem vistas únicas de Florença que não existem em nenhum outro lugar. O ingresso (combinado como o bilhete ao Palazzo Vecchio e a Galeria delgi Uffizi) deve ser reservado antecipadamente.
Leia nosso post contando a experiência e como conseguir comprar.
ATENÇÃO: No primeiro domingo de cada mês, a entrada é gratuita, mas as vagas esgotam rapidamente.
Palazzo Pitti e Giargino di Boboli
Depois de cruzar a ponte, você estará outro lado do Rio Arno (região chamada oltrano) e tem algumas opções de passeio:
Se ainda for cedo e você não estiver cansado, pode visitar o Palazzo Pitti e/ou Giargino di Boboli, que são parte da antiga residência da família Medici.

O palácio hoje funciona como uma grande galeria de arte renascentista. E os Jardins Boboli são um complexo que também funciona como uma espécie de museu a céu aberto.
Dica: Caso você pretenda visitar o palácio, os jardins e também a Galeria Uffizi, vale a pena comprar o bilhete combinado dos três – que é válido por 5 dias, então dá para distribuir as visitas. Aqui fica o bilhete apenas para entrada no palácio e jardins.
Caminhada Noturna
A outra opção é especialmente bonita quando anoitece e as luzes se acendem em Florença. Caminhe pelas lojinhas e ruas do outro lado do rio em direção à ponte Santa Trinitá. Dali, você tem uma visão da Ponte Vecchio de frente.

Depois de cruzá-la, siga pela Via de Tornabuoni, uma rua cheia de casarões e palácios, que hoje são lojas de luxo como Gucci e Prada. Para quem gosta de moda, inclusive, ali fica o Museu Salvatore Ferragamo.

Siga sua caminhada, em que você pode (ou não) desviar para ver o Duomo e o Batistério com a iluminação noturna.

Jantar: Mercato Centrale
Mas o seu destino é a região do Mercado de São Lorenzo (voltaremos lá amanhã para o almoço!), onde, no segundo andar funciona o Mercato Centrale, um mercado de gastronomia italiana simplesmente maravilhoso. É um ótimo lugar para jantar – ou só beliscar alguma coisa com um vinho.
O Que Fazer em Florença em 2 dias: Museus e igrejas cheios de história e arte
- Manhã: Galeria Uffizi (ou outro museu como Bargello ou Galleria dell’Accademia)
- Almoço: Mercado de San Lorenzo
- Tarde: Caminhada pelas ruas do centro + igrejas
- Pôr do sol: Piazzale Michelangelo
- Jantar: Via dei Neri ou Eataly Firenze
O segundo dia tem foco nas artes. Você pode escolher entre um ou vários museus descritos abaixo.

Galeria Uffizi
A Galeria Uffizi é um dos maiores museus de arte do mundo, com obras de arte únicas dos principais artistas renascentistas italianos.
Quanto tempo preciso para visitar a Galeria Uffizi? A visita completa dura 3–4 horas – basicamente uma manhã ou tarde inteira. Se tiver pouco tempo, priorize as salas de Botticelli (A Primavera e O Nascimento de Vênus), Leonardo da Vinci e Michelangelo. Para quem vai à Accademia no mesmo dia, comece pelos Uffizi de manhã cedo e vá à Accademia no começo da tarde.
É extremamente importante que você compre os bilhetes com antecedência e com hora marcada. Os horários de abertura e preço do ingresso variam ao longo do ano.
Tenha em mente que é possível comprar o ingresso apenas para Uffizi ou combos com outros museus:

Outras opções de Museus em Florença
O que não faltam em Florença são museus, então segue uma lista daqueles que ainda não tinha citado:
Galleria dell’Accademia
Se você já conhece os Uffizi ou prefere outra opção, a Galleria dell’Accademia é onde fica a estátua original do Davi de Michelangelo. É uma visita mais curta que os Uffizi, e igualmente impactante: ver o Davi de perto, no tamanho original, é uma experiência que não tem foto que reproduza.

Museu Bargello
O Bargello é voltado para esculturas, incluindo trabalhos de Michelangelo e Donatello. É menos disputado que os Uffizi e a Accademia, mas igualmente fascinante, especialmente para quem se interessa por escultura renascentista.
Outros museus que valem a visita
- Museu Galileu — Sobre a obra do cientista e a história da ciência. Inclui o telescópio que Galileu usou em 1609 para descobrir os satélites de Júpiter.
- Museu Casa di Dante — O local onde o poeta Dante Alighieri supostamente teria vivido. Vale pelo lado de fora mesmo.
- Biblioteca Oblate — Entrada gratuita, e o último andar tem um café com uma vista incrível do Duomo. Poucas pessoas sabem disso!
Almoço: Mercado de San Lorenzo
Para o almoço, vá ao Mercado de San Lorenzo. No entorno dele fica uma enorme feira de artesanato e peças de couro, um bom lugar para quem gosta de compras. Mesmo que você tenha ido na noite anterior, no andar debaixo é onde funciona o mercado tradicional, em que ficam os vendedores de produtos típicos.
Procure a Il Salumeria, onde dá para provar os queijos e salames da região – e comprar no pedaço (compre ali e leve para um piquenique no fim do dia!). Para almoçar, nós fomos ao Nerbone, que vende massa fresca bem baratinha e deliciosa.
Se você não tiver ido na noite anterior, também pode subir e comer no Mercato Centrale.
Caminhada pelas ruas de Florença
Caso você já tenha esgotado os museus, agora é uma boa hora para caminhar pelas ruas de Florença e apreciar o que encontrar pelo caminho.

Por exemplo, para quem quiser tirar fotos diferentes do Duomo, a via dello Studio dá uma visão da catedral entre as casinhas fiorentinas. Outro lugar muito especial, que também vale uma parada para um café, é o último andar da Biblioteca Oblate (entrada gratuita).
Também vale a pena caminhar por ruas charmosas: tomar um café no Chiaroescuro na Via del Corso, ver (ou comprar) nas lojas da Via Calzaiuoli e Via Calimala, tomar um gelato na Grom na Via dei Campanile.
Outras Igrejas para visitar em Florença
Ainda, quem gosta pode visitar outras igrejas, tem duas imperdíveis:
Basílica di San Lorenzo
A Basílica di San Lorenzo, que foi a capela privada da família Medici. Seu interior foi desenhado por Michelangelo e a estrutura externa é cercada por púlpitos de bronze criados por Donatello. Para entrar é necessário comprar um ingresso.
Basílica di Santa Croce
A Basílica di Santa Croce é a maior igreja franciscana do mundo e guarda os túmulos de Michelangelo, Galileu, Maquiavel e outros gigantes da história italiana. A fachada neogótica é linda, e o interior surpreende com a quantidade de obras e monumentos. Ingresso necessário.
Pôr-do-sol: Piazzale Michelangelo
O fim de tarde perfeito em Florença acontece no Piazzale Michelangelo. A praça fica no alto de uma colina e tem uma vista panorâmica espetacular da cidade: com o Duomo, o Palazzo Vecchio e o Rio Arno tudo junto numa cena só. É o melhor lugar da cidade para assistir ao pôr do sol, então calcule para chegar umas 30 a 40 minutos antes.

Para chegar lá, você pode subir a pé (cansativo, mas recompensador), pegar o ônibus 13 a partir do centro ou do Palazzo Pitti, ou um táxi/uber.
Logo abaixo do Piazzale fica a Igreja de San Miniato al Monte, uma das mais antigas de Florença, com uma fachada de mármore branco e verde deslumbrante. A entrada é gratuita e vale a parada.
Jantar: Via dei Neri ou Eataly Firenze
Para quem quiser jantar e ter um gostinho da noite em Florença, na Via dei Neri – onde fica o All’Antico Vinaio – e arredores há diversas opções de bares e restaurantes. Outra opção para jantar é o Eataly Firenze.

O que fazer em Florença em 3 dias: Slow Travel ou Bate-Voltas
Com um terceiro dia, dá para explorar o Oltrarno com mais calma e fazer coisas que o ritmo mais intenso dos dois primeiros dias não permite. Algumas sugestões:
- Igreja de San Miniato al Monte — Já mencionada, mas merece um horário próprio para apreciar com calma o interior e os mosaicos medievais
- Jardins Bardini — Alternativa menos lotada que os Jardins Boboli, com vistas incríveis da cidade
- Free Walking Tour — Ótima forma de entender a cidade e sua história (você paga a gorjeta ao guia ao final)
- Passeio de barco pelo Rio Arno — Uma perspectiva diferente de Florença
- Museus – aproveite para visitar os museus que não couberam nos dois primeiros dias
Mas, sem dúvida, a atração mais comum é conhecer mais outras cidades ou vinícolas da Toscana.
Bate-voltas na Toscana a partir de Florença
Aqui estão todos os nossos textos sobre os arredores de Florença
- Pisa e Lucca: visita à Torre e à cidadela
- Siena: roteiro de 1 dia
- San Gimignano: o que fazer por lá
- Volterra: passeio pela cidade e arredores

Mas também listamos abaixo passeios que facilitam a vida de quem não quer ter que se preocupar com trens ou aluguel de carro.
| Passeio | Duração | Ideal para |
|---|---|---|
| Excursão Pisa + Siena + San Gimignano + Chianti com almoço | Dia inteiro | Ver o máximo da Toscana em 1 dia |
| Excursão Pisa, Siena e San Gimignano com almoço | Dia inteiro | Alternativa em português/espanhol com guia |
| San Gimignano, Siena, Chianti e Monteriggioni | Dia inteiro | Quem prefere pular Pisa e focar no interior |
| Excursão Pisa e Torre + Lucca | 9 horas | Quem quer conhecer Pisa e Lucca |
| Tour pelo Chianti com degustação de vinho | Dia inteiro | Amantes de vinho e paisagem toscana |
Leia também o nosso post com ideias de roteiros de 7 dias pela Toscana ou o com 12 ideias de roteiro pela Itália.
Onde se Hospedar em Florença: Dicas de Hotéis
Já estivemos em Florença algumas vezes, experimentamos ficar perto e longe do centro histórico.
Em primeiro lugar, recomendo que você leia o nosso guia de bairros de onde ficar em Florença. Aqui, listei opções de acomodações bem localizadas – algumas já testamos, outras não – pensando em todos tipos de viajantes, dos mais econômicos aos que prezam por uma excelente acomodação:
Deixa eu buscar as notas e faixas de preço atualizadas antes de montar.Tenho tudo. Agora monto a tabela com as colunas que você pediu — nome linkado, faixa de preço, bairro, nota e destaque.
| Categoria | Hotel | Bairro | Nota | Por que escolher |
|---|---|---|---|---|
| 🛏️ Mochileiro | Plus Florence | Santa Caterina | 8.4 | Hostel bem estruturado com piscina, jacuzzi e jardim no terraço |
| 💰 Econômico | Hotel Dali | Centro histórico – Duomo | 8.6 | 4 minutos a pé do Duomo, quartos equipados e atendimento excepcional |
| ⭐ Custo/benefício | Stanze del David Place | Centro Histórico -Piazza della Signoria | 8.8 | 4º andar de palácio do séc. XV a 100m dos Uffizi, minibar grátis |
| ⭐ Custo/benefício | Solo Experience Hotel | Centro histórico – San Lorenzo | 8.9 | Boutique moderno, ótimo café da manhã e nota consistentemente alta |
| 🏨 Conforto 4★ | Hotel Spadai | Centro Histórico – Duomo | 9.5 | A 2 min do Duomo, minibar grátis, café da manhã brilhante e soundproofing real |
| 💑 Romântico | Art Hotel Villa Agape | Piazzale Michelangelo | 9.3 | Villa rodeada por parque de 8 hectares com ciprestes e oliveiras |
| 👑 Luxo – 5★ | Hotel Bernini Palace | Piazza della Signoria | 9.2 | Palácio histórico em frente aos Uffizi, grande clássico da hotelaria florentina |
Para entender a cidade: um pouco da história de Florença
Florença é uma cidade como poucas no mundo. Sua relação com a história e arte foram essenciais para a cultura ocidental. Foram os banqueiros florentinos que financiaram as navegações espanholas e portuguesas e, graças a elas, o continente Americano foi descoberto.
Fundada por soldados romanos, Florença cresceu devido à sua posição estratégica, próxima a rios. Na Idade Média, já era uma das mais importantes do mundo por cousa do próspero comércio desenvolvido ali. Por volta do ano 1000 d.C., começou sua ascensão no mundo das artes, impulsionada pelo grande investimento em arquitetura. Em 1300, o papa Bonifácio VIII chegou a dizer que o mundo não tinha quatro, mas cinco elementos: Terra, Fogo, Água, Ar e os Florentinos.

Quando os Medici tomaram o poder, no século 15, Florença já era uma das maiores cidades da Europa. A família era composta por banqueiros, que financiavam, entre outros, o próprio Papa – ou seja, gente poderosa até dizer chega.
Eles também foram grandes patrocinadores das artes. Lorenzo di Medici, ou Lorenzo, o Magnífico, foi um grande patrono de artistas como Michelangelo, Leonardo da Vinci e Botticelli.
A família Medici ficou no poder por um longo período, até o século 17. Para saber mais sobre essas figuras famosas da história da cidade, leia post inteiro sobre as celebridades histricas florentinas.
Durante a Segunda Guerra, Florença foi ocupada por um ano pelo exército alemão.
Em 1944, quando estavam batendo em retirada por causa da aproximação dos ingleses, decidiram bombardear todas as pontes para dificultar a passagem dos aliados.
Felizmente, tiveram o bom senso de não destruir a Ponte Vecchio, devido à sua beleza e valor histórico e ainda hoje podemos apreciá-la cruzando o rio Arno, um dos principais cartões postais da cidade.
Perguntas frequentes sobre Florença
Quando é a melhor época para visitar Florença? A primavera (abril–maio) e o outono (setembro–outubro) são as melhores épocas: clima agradável (15–25°C), boa luz para fotos e menos turistas que no verão. Julho e agosto são os meses mais lotados e quentes: se for nessa época, chegue bem cedo nos museus e suba a cúpula logo pela manhã para evitar o calor.
Como ir de Roma para Florença? O trem de alta velocidade (Frecciarossa ou Italo) é a opção mais prática: percurso de 1h30, com partidas frequentes da Estação Termini (Roma) para Santa Maria Novella (Florença). Reserve com antecedência pelo site da Trenitalia ou da Italo para garantir o melhor preço.
Como se locomover dentro de Florença? O centro histórico de Florença é inteiramente a pé, e é assim que você vai aproveitar melhor a cidade. As principais atrações ficam num raio de 20 minutos de caminhada uma da outra. Para o Piazzale Michelangelo, você pode subir a pé (cansativo, mas recompensador) ou pegar o ônibus 13 a partir do centro.

Precisa reservar ingressos com antecedência? Sim, e com bastante antecedência para os principais museus. A Galeria Uffizi e a Galleria dell’Accademia (Davi de Michelangelo) esgotam frequentemente em alta temporada. O mesmo vale para a subida à cúpula do Duomo. Recomendamos reservar com pelo menos 1 semana de antecedência, ou mais em julho e agosto.
O primeiro domingo do mês a entrada é gratuita nos museus? Sim, no primeiro domingo de cada mês, a entrada na Galeria Uffizi, na Accademia e em vários outros museus públicos é gratuita. A desvantagem: as filas são enormes e não é possível reservar com antecedência. Se for nesse dia, chegue bem antes da abertura.
Vale a pena contratar um guia em Florença? Especialmente para os museus, sim. A Galeria Uffizi tem mais de 80 salas, sem contexto, muita coisa passa despercebida. Um guia de 2–3 horas te ajuda a focar no essencial e entender o que está vendo. Há ótimas opções de tour guiado em português na Civitatis.
Florença tem seguro-viagem obrigatório para brasileiros? Sim — o seguro viagem é obrigatório para entrar no espaço Schengen (que inclui a Itália). Saiba como contratar seguro viagem para a Itália com desconto.
Ótimas dicas, claras e objetivas
Num texto perfeito com informações precisas
Adorei
Obrigado
Quero receber o e book , kit planejamento viagem
Bom dia
Vou estar em Florença em Abril apenas 3 dias, e gostaria de saber como reservar previamente os bilhetes para as visitas, evitando as filas.
Obrigado
Ensina como faz p morar no mundo. Conheço alguns poucos países, mas sonho em viajar como vc.
Adorei seus posts sobre Florença! Sou apaixonado por essa cidade.
Parabéns!