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Atlas: Acre, Rio Branco, Brasil

Onde ficar em Rio Branco, Acre: dicas de hotéis e bairros

Os três mil quilômetros que separam Rio Branco de Brasília contribuem para que a capital do Acre raramente entre na rota turística do viajante brasileiro. E isso é uma pena, afinal a cidade de 400 mil habitantes é interessante e o estado cheio de atrações. Este texto é um guia completo de onde ficar em Rio Branco, com dicas de hotéis e regiões para você se hospedar.

Veja também:
Os geoglifos do Acre e o passado da Amazônia
O que fazer em Rio Branco – roteiros de um ou dois dias

Onde ficar em Rio Branco: o mapa da cidade

Por ser uma cidade de médio porte, com atrações turísticas bem divididas, não tem muito erro: poucas regiões concentram as principais opções de hospedagem.

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Para mim, a melhor escolha na hora de decidir onde ficar em Rio Branco é o centro, em especial nos arredores do Palácio Rio Branco, sede do governo estadual. Já a outra opção está também ali pertinho, cruzando o rio Acre, que divide a cidade ao meio.

onde ficar em Rio Branco, Acre

O Rio Acre

Opções de hospedagem no centro de Rio Branco

Separei algumas opções de hotéis por ali:

  • Hotel Guapindaia Praça – Foi onde me hospedei. É um três estrelas confortável, com bom custo/benefício, estacionamento gratuito e café da manhã. Recomendo, principalmente para quem viaja com carro, já que o estacionamento é grande e sempre tem vagas. A localização é ótima e ficando ali você vai fazer muita coisa a pé – o Palácio Rio Branco está pertinho, assim como a orla do Rio Acre.
  • Inácio Palace Hotel – Fica na mesma rua, quase em frente. É um dos mais tradicionais hotéis de Rio Branco, apontado aqui e ali como a melhor opção da cidade. Não fiquei nele porque o Guapindaia me ofereceu um custo/benefício melhor, mas é também uma ótima escolha.
  • Holiday Inn Express – Hotel muito bem avaliado e na mesma região. Para quem não quer arriscar, a vantagem é estar numa marca conhecida e internacional.
  • Nobile Suites Gran Lumni – A alternativa para quem deseja um pouco mais de conforto, já que o Nobile é um quatro estrelas. Fica a 400 metros da Catedral da cidade e na rua do Museu da Borracha. Tem piscina, jacuzzi compartilhada e academia, outros pontos positivos.

Opções de hospedagem na Gameleira

O calçadão da Gameleira, na margem oposta do Rio Acre em relação ao Palácio do Governo, foi a primeira rua de Rio Branco. Hoje, é uma área repleta de casarões seculares e famosa pela vida noturna, já que está tomada por bares e restaurantes.

Há algumas opções de hospedagem nessa região, uma boa escolha para quem vai se concentrar no turismo boêmio. Para chegar ao centro basta cruzar a passarela, passando o rio – são 15 minutinhos de caminhada.

Opções de hospedagem nessa área:

  • Villa Rio Branco – Pousada charmosa e moderna, uma das melhores opções da cidade.Tem piscina, estacionamento gratuito e é elogiadíssima pelo café da manhã – escolhida até por moradores de Rio Branco mesmo, gente em busca de um lugar legal para passar o fim de semana. Se um dia eu voltar em Rio Branco e não precisar ficar hospedado no centro, essa é a pousada que vou escolher. Está perto da Gamaleira.
  • Hostel Vivacre – Opção mochileira/econômica. Fica na mesma área que a pousada anterior e é o único hostel de Rio Branco. Tem nota boa e ótima localização.
  • Gameleira Hotel – Outro hotel bom, bem localizado e com estrutura moderna. A única crítica, por parte dos hóspedes, costuma ser a internet wi-fi, que não é das melhores.

Quer mais opções de hospedagem em Rio Branco? Use o link abaixo para pesquisar. Você pode filtrar por apartamentos, casas de temporada, pousadas e até por comodidades, como somente hotéis com piscina ou estacionamento. Dúvidas? Deixe um comentário que eu tento te ajudar.

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Rafael

Siga minhas viagens também no perfil @rafael7camara no Instagram - Quando criança, eu queria ser jornalista. Alcancei o objetivo, mas uma viagem de volta ao mundo me transformou em blogueiro. Já morei na Índia, na Argentina e em São Paulo. Em 2014, voltei para Belo Horizonte, onde estou perto da minha família, do meu cachorro e dos jogos do América. E a uma passagem de avião de qualquer aventura.

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